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Notícias

Agências brasileiras no processo de internacionalização

      

Por Lílian Burgardt, de Curitiba

As agências brasileiras de fomento à pesquisa tiveram espaço reservado para expor os projetos de cooperação internacional bem-sucedidos no início da tarde desta quarta-feira durante a XIX Reunião Anual do FAUBAI (Fórum das Assessorias das Universidades Brasileiras para Assuntos Internacionais) realizada em Curitiba - Paraná.

CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) apresentaram seus projetos em colaboração com países norte-americanos, europeus, latino-americanos e das demais regiões do globo.

O destaque da apresentação ficou por conta do programa Escola de Altos Estudos promovido pela Capes. O programa tem por objetivo patrocinar a vinda de especialistas estrangeiros como vencedores do Prêmio Nobel, por exemplo, ao Brasil para ministrar cursos aos estudantes brasileiros. Ele prevê uma remuneração mensal de até 10 mil dólares para tais especialistas. "O objetivo é tornar um hábito a vinda de tais especialistas para o Brasil, proporcionando aos estudantes brasileiros contato com o que há de melhor no desenvolvimento científico no exterior", destacou o coordenador geral de cooperação internacional da Capes, Leonardo Osvaldo Barchini Rosa.

O que há de mais interessante nesta proposta é que as próprias universidades dentro de suas demandas específicas podem preencher um formulário no site da Capes para trazer aos Brasil especialistas que melhor se encaixam nas necessidades de sua determinada universidade. Podem participar universidades que oferecem cursos de pós-graduação stricto sensu com nota igual ou superior a cinco nos processos de avaliação da Capes. Clique para saber mais sobre o Programa de Altos Estudos acesse o site da Capes.

Apesar da iniciativa inovadora, uma das críticas feitas pelo representante da Capes em sua palestra e que também foi citada no discurso de abertura do assessor de Relações Internacionais do MEC (Ministério da Educação), Alessandro Candeas, é a timidez por parte da comunidade acadêmica e científica brasileira em relação ao programa. Segundo eles, a expectativa era de que, assim que lançado, surgissem inúmeros pedidos para estimular ainda mais tal interação.

"Tal comportamento foi uma surpresa para nós. Achávamos que as adesões seriam muito mais expressivas. Talvez tenha faltado divulgação, por isso, cabe lembrar aqui no FAUBAI a importância de tal projeto e como o governo está de braços abertos para receber as propostas relevantes para a educação brasileira," disse o assessor do MEC.

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