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Secretário de Estado defende criação de Universidade da Saúde

      
Daniel Martins

O Secretário de Estado do Ensino Superior, José Aristodemo Pinotti, defendeu ontem em Rio Preto a criação da Universidade da Saúde, que abrigaria a Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp). Pinotti, que é médico, veio a cidade a convite da diretoria da Famerp, conheceu o câmpus da faculdade e ministrou palestra sobre o diagnóstico primário de câncer de mama, sua especialidade. · tarde, visitou o câmpus da Unesp, onde enfrentou protestos estudantis. A Universidade da Saúde agregaria faculdades públicas desta área que não estejam vinculadas a universidades estaduais hoje. Ao desembarcar em Rio Preto, o secretário afirmou que a criação da universidade seria o ?caminho do futuro? para a faculdade rio-pretense. ?Nós vamos ajudar no que for possível. ? um bom modelo, moderno, já utilizado no Estado pela Unifesp. A Famerp caminha para isto?, disse.

O diretor geral da Famerp, Humberto Liedtke Junior, apóia o modelo. ?Seria um grande trunfo para nós. Já mandamos ofício para o governo do Estado endossando a idéia?, afirmou Liedtke Junior ao receber o secretário de Estado. A Famerp, que hoje abre anualmente 64 vagas para medicina e oustras 60 para enfermagem, planeja novos cursos para os próximos anos. ?Temos a proposta de abrir três novos cursos em 2008 e 2009: educação física, fisioterapia e psicologia?, afirma o diretor da Famerp. Com os novos cursos, a faculdade poderia abrir 200 vagas a mais por ano. ?O custo para abrir estes cursos seria pequeno?, diz Liedtke Junior. A Famerp ainda planeja a abertura de novos cursos nos anos de 2010 e 2011. A criação da Universidade da Saúde poderia auxliar a Famerp a aumentar seu quadro de funcionários que perdeu 207 pessoas nos últimos anos.

Até o ano passado, na gestão de Geraldo Alckmin como governador, a proposta era de que a Famerp fosse emcampada por uma das universidades de São Paulo (USP, Unesp ou Unicamp). Liedtke Junior afirma que a gestão atual, de José Serra, defende que a Famerp siga separada de outras instituições de ensino público por ser mais barata.

Protestos
Ao tentar sair do campus da Unesp, o secretário de Ensino Superior foi impedido por um protesto dos alunos. Eles reclamavam da limitação da autonomia e pediam contratação de professores.
Protesto retardou o retorno do secretário para a Capital. Ele estava com vôo fretado para as 17 horas e só conseguiu decolar depois das 18 horas.
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