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Alunos vestem preto para cobrar repasses

      
Na Capital, estudantes manifestaram temor pelo fim de quatro cursos de artes em Montenegro por falta de dinheiro

Foi com súplicas a Santo Expedito, o defensor das causas urgentes e impossíveis, que alunos da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) protestaram contra a falta de verbas, ontem, na Capital.

Vestidos de preto em sinal de luto, eles alertaram que os cursos de Música, Artes Visuais, Dança e Teatro do campus de Montenegro correm risco de extinção.

Vindos do município do Vale do Caí, os estudantes escolheram o Brique da Redenção para simular um cortejo fúnebre com um esquife branco de criança. Os estudantes apelaram à proteção divina porque foram recebidos no Palácio Piratini na quinta-feira, justamente no dia consagrado a Santo Expedito.

Um dos organizadores, Fábio Castilhos, 22 anos, disse que a reitoria da Uergs deve quase R$ 700 mil à Fundação Municipal de Artes de Montenegro (Fundarte), relativos a 2006. O dinheiro serve para pagar o convênio com a Uergs. Outra queixa é que a Uergs não fez o vestibular deste ano, num indicativo de que poderia extinguir os cursos.

O diretor da Uergs, Carlos Alberto Callegaro, admitiu uma dívida de R$ 670 mil com a Fundarte, pendente desde o governo anterior. Ele disse que tenta negociar o convênio:

- Não é uma questão de ser insensível. ? que não há dinheiro.
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