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Notícias

A aula do intervalo

      
Professores mostram a importância da leitura de jornais para quem vai prestar o vestibular

Vestibulandos precisam ler jornais. A frase é repetida diariamente nas salas de aula pelos professores. Mas nem todo candidato consegue entender a importância da leitura.

- O jornal traz todos os dias um farto material de interesse do estudante, coloca o aluno a par da atualidade, relacionando conteúdos com a realidade. Quem entende essa necessidade sai na frente - diz o professor de geografia do Unificado Saul Chervenski Gonçalves.

Para provar o que dizem a seus alunos, Saul e o professor de biologia Luis Carvalho se debruçaram na semana passada sobre o jornal Zero Hora. Ao analisarem apenas a edição da última quinta-feira, relacionaram pelo menos seis assuntos importantes.

No time que inclui o jornal como material de aula, a professora de redação do Unificado Luisa Canella é a campeã. Para ela, aluno alienado é aluno com poucas chances de ser aprovado. E ler as notícias, para quem precisará escrever e demonstrar uma opinião, é o mais indicado.

- O candidato precisará de argumentos na hora da prova. Um detalhe de informação pode mudar um texto. A universidade busca alunos conectados, e a leitura do jornal significa estar ligado ao mundo - diz Luisa, indicando ainda a leitura diária dos editoriais.

Atualidade vira questão de prova

Gráficos, tabelas e mapas apresentados diariamente no jornal, segundo os professores, desenvolvem a observação e a capacidade de interpretar fenômenos. Os recursos são usados com muita freqüência em concursos como o da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sobretudo nas provas de história e geografia.

- Na prova de geografia, o percentual é de 100%. O aluno precisará interpretar mapas e estar familiarizado com a principal ferramenta da disciplina - insiste o professor Saul.

Da manchete aos classificados, os professores garantem que o jornal oferece material de estudo, sobretudo para as provas de história, geografia e redação. Foi o que comprovou, em 2004, Rogério Bueno de Lemos. Naquele ano, o então cobrador de ônibus conquistou vaga em Matemática da UFRGS estudando com livros didáticos e edições diárias de Zero Hora.

- As pessoas não acreditam que alguém sem acesso à Internet e egresso de escola pública como eu possa estudar na UFRGS. O meu segredo foi a atualização. Só perdi cinco edições do jornal durante o ano - contou, em reportagem de capa do caderno Vestibular.
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