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RS ganha 10 escolas profissionalizantes

      
FáBIO SCHAFFNER

O Rio Grande do Sul receberá pelo menos R$ 50 milhões em recursos do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). O dinheiro será investido em 10 escolas profissionalizantes de Ensino Médio, cuja construção deve ter início até o final do ano. Em todo o país, serão 150 unidades.

No Estado, os Institutos Federais de Educação Tecnológica (Ifets) vão atender um universo de até 18 mil estudantes. Os investimentos serão custeados pelo governo federal. A única contrapartida exigida às prefeituras será a doação do terreno, cuja área terá em média 20 mil metros quadrados.

O governo adotará critérios de pontuação entre as prefeituras na escolha de quais obras terão prioridade. Municípios que oferecerem áreas construídas, por exemplo, poderão receber investimentos antes.

Cada prefeitura designará um representante para negociar e tirar dúvidas junto ao Ministério da Educação. A partir do dia 2 de maio, será feita a seleção dos primeiros municípios beneficiados.

O objetivo do governo é inaugurar 50 escolas por ano, até 2010. Cada unidade terá, no início, pelo menos cinco cursos profissionalizantes. Os temas dos cursos serão debatidos em audiências públicas nas regiões, mas o objetivo do governo é adequar os conteúdos à matriz produtiva local.

- Estou muito feliz. Essa escola técnica irá aprimorar a qualidade da nossa mão-de-obra e ainda poderá atrair novas empresas para o município - comentou o prefeito de Bagé, Luiz Mainardi, ao sair da cerimônia de lançamento do PDE no Palácio do Planalto.

Segundo o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Eliezer Pacheco, o edital de licitação das obras será lançado a partir de julho. Em seguida também deve ser anunciada a realização de concursos públicos para a contratação de cerca de cem professores e funcionários por Ifet.

Outras cinco escolas técnicas já estavam previstas para o Estado, em Canoas, Charqueadas, Júlio de Castilhos, Passo Fundo, Santo Augusto. Destas, apenas em Canoas as obras ainda não tiveram início.

- Essas escolas terão um impacto enorme em cada região, não só por conta da qualidade do ensino mas também pela capacidade de encaminhar esses jovens ao mercado de trabalho - disse Pacheco.
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