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Invista na criatividade

      
Qualquer pessoa pode ser inovadora, desde que exercite a mente e apresente idéias sem medo

Pablo Hernandez

A criatividade é um dos principais diferenciais das empresas e dos profissionais. "Sem ela não existem lucratividade e prosperidade", afirma Arthur Diniz, especialista em Liderança, Criatividade e Planejamento de Carreira, e autor de um estudo sobre como aumentar a criatividade divulgado pela Universidade de São Paulo (USP). Fundador da Crescimentum ? Coaching for Performance, ele destaca que, em nove passos, como exercitar o cérebro e anotar todas as idéias, é possível estimular seu potencial criativo e se sobressair no mercado. Quem seguir o método tem muito mais chances de ter uma carreira promissora, garante.

Especialistas concordam: uma das maneiras mais eficientes para estimular a criatividade em uma empresa é simplesmente ouvir os funcionários. O método já deu resultados positivos práticos para a coordenadora de Recursos Humanos Karina Pimentel. Ela conta que já participou da implantação e gestão de um programa de sugestão de idéias. Nele, os funcionários poderiam apresentar idéias sobre redução de custos, segurança de trabalho, higiene, procedimentos e processos, entre outros assuntos. As três melhores idéias eram premiadas.

Karina lembra que a empresa tinha um custo alto com canetas. A partir da idéia de um funcionário de punir aqueles que desperdiçavam mais, foi possível economizar 25% na compra das canetas. "No começo todos têm um pouco de receio, mas depois o número de sugestões foi só aumentando e foram bancadas pela diretoria", explica.

Karina participa do processo de implantação de um programa de sugestões em outra empresa. "Já temos o modelo piloto", diz. Por enquanto, a criatividade é estimulada com atividades como ginástica laboral, que não tem a mesma eficácia, mas também são importantes. "O processo de estímulo da criatividade pode ser feito com a melhoria da qualidade de vida dos funcionários."

"Quando se tira o funcionário da rotina, abre-se espaço para que a mente crie, inove", diz Arthur Diniz. Ele aponta que, para um indivíduo consiga se manter criativo, os dois hemisférios do cérebro têm de trabalhar bem. Enquanto o lado esquerdo é analítico e lógico, o direito é emocional, irracional. "? preciso estimular as características menos usadas", diz. Por exemplo, quem tem facilidade para música, teatro, deve jogar xadrez ou estudar planejamento estratégico. Já quem é muito analítico e tem jeito para os números deve procurar estudar música, dança e fazer meditação.
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