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Notícias

Patrimônio universitário

      
A Unidade Universitária Cora Coralina, situada na cidade de Goiás, é uma das mais antigas da Universidade Estadual de Goiás. Desde a criação da UEG, em 1999, a unidade vem consolidando avanços em várias áreas, com criação de novos cursos, a exemplo de Tecnologia em Turismo, pesquisa, vinculadas à realidade local, e um profundo intercâmbio com a comunidade. A cidade é um verdadeiro laboratório a céu aberto e uma fonte de pesquisa inesgotável. Com um quadro de professores altamente qualificados, dentre os quais 26 mestres e cinco doutores, a unidade é dirigida por Maria Elizete de Azevedo Fayad, que está em sua segunda gestão. Graduada em Direito e em Letras, com especializações em várias áreas, ingressou em 1982 na Faculdade de Filosofia da Cidade de Goiás - atual Unidade Universitária Cora Coralina. Nesta entrevista ela fala das conquistas, vantagens e desafios da UEG na cidade de Goiás.

Diário da Manhã - Quais são as vantagens para a UEG ter uma unidade no município que é Patrimônio da Humanidade?
Maria Elizete - Existem várias vantagens. Como a cidade é palco de diversos eventos, é possível divulgar a UEG por meio de exposições artísticas e mostrar os resultados da produção de seus docentes e discentes durante os eventos como o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), Festival de Poesia de Goyaz, Festival de Gastronomia, Encontro Afro-Brasileiro e Semana Santa. Podemos destacar ainda as parcerias realizadas com os órgãos públicos federais, fundações, arquivos e ONGs para a realização de pesquisas e estágios nas áreas de Educação, História, Literatura, Ecologia, Cultura e Turismo; e a própria cidade ser um laboratório para os cursos.

DM - Como a UEG de Goiás tem contribuído na prática para desenvolver a vocação regional e promover a integração com a comunidade vilaboense?
Maria - Os cursos da unidade contribuem para o desenvolvimento da vocação da região por meio dos estágios supervisionados e dos projetos de pesquisa e extensão. No primeiro caso temos Projetos de Intervenção nas Escolas da Rede Pública do Ensino Fundamental e Médio em que os alunos, supervisionados pelo professor do estágio, desenvolvem projetos na área de ensino e do resgate da cidadania. No segundo, desenvolvemos pesquisas com enfoque em Letras, História, Geografia, Matemática e Turismo.

DM - E como estes projetos se articulam com a extensão?
Maria - Estes projetos se articulam com a extensão tendo em vista a integração com a comunidade. Os grupos de contação de histórias Murucututu, por exemplo, é resultado de uma pesquisa de resgate da memória oral de Vila Boa. O Versiprosa, constituído por alunos, ex-alunos e professores desta unidade e por pessoas da comunidade, tem por objetivo divulgar o acervo em prosa e em verso das literaturas de Língua Portuguesa. O ano passado tivemos o Festival de Poesia de Goyaz em parceria com a Universidade de Brasília, que mobilizou toda comunidade.

DM - A unidade criou o curso de Tecnologia em Turismo. Como o curso aproveita o fato de possuir uma cidade como laboratório?
Maria - A criação do curso de Turismo na Unidade Cora Coralina é fundamental para Goiás, não só por se tratar de uma cidade histórica, mas pelo seu patrimônio cultural material e imaterial. Goiás contribui muito para fortalecer o curso. Os alunos da primeira turma de Turismo, desde o primeiro semestre letivo, vivenciam a cidade como seu laboratório de experiências práticas. Começaram participando da Procissão do Fogaréu, durante as comemorações da Semana Santa. Ocasiões em que puderam atuar como guias, levando os turistas para conhecer a região.
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