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A imagem pública das IES privadas

      

Grau de confiança apresentado pelas instituições no Brasil

1º lugar - Instituições de Ensino Superior Públicas 2º lugar - Hospitais particulares 3º lugar - Escolas particulares de 1º e 2º graus 4º lugar - Universidades particulares *Pesquisa realizada pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) com 200 alunos e pais de alunos de IES públicas e privadas de São Paulo.

Para abrir a primeira palestra desta sexta-feira: "A imagem pública das IES privadas" o vice-presidente do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras das Instituições de Ensino Particulares do Estado de São Paulo), Gabriel Mário Rodrigues, destacou os resultados obtidos pelos cursos de Direito tanto no Exame da OAB como no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) que provocou reação do MEC (Ministério da Educação) devido à qualidade do ensino oferecido. "Este é o melhor exemplo para iniciarmos uma palestra sobre a imagem pública das IES (Instituições de Ensino Superior) privadas. Será que isso contribui positivamente para o setor?", indagou.

O ex-presidente e conselheiro da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Francisco Gracioso, expositor convidado para falar sobre o tema, destacou que uma pesquisa realizada pela instituição, revelou que, em geral, as instituições privadas de Ensino Superior apresentam uma imagem positiva em relação à confiabilidade por parte da população. No entanto, a consolidação desta imagem depende de diversos fatores que, somados, levam uma instituição em particular, assim como todo o setor ao sucesso.

Na opinião de Gracioso, fatores como o resultado dos cursos de Direito podem ser prejudiciais para o setor sim, mas contornáveis ao passo que aumentar o número de IES privadas preocupadas em crescer e se desenvolver com qualidade. "Nestes mais de 26 anos em que atuei à frente da ESPM trabalhei com solidez para construir uma imagem pública respeitável que, hoje, é exemplo para diversas outras instituições que caminham para o desenvolvimento rumo a tempos difíceis", destacou.

Os tempos difíceis citados por Gracioso são frutos da globalização e da concorrência acirrada em um mercado ultra competitivo, em especial, com a entrada de universidades estrangeiras no País. Neste caso, Gracioso defende uma estratégia de segmentação para concentrar esforços e identificar os potenciais de liderança de uma IES. "Para atingir o sucesso é preciso construir uma imagem que reflita o posicionamento escolhido. Tal posicionamento deve procurar destacar o que a instituição tem de melhor, além de abrir caminhos para a inovação", afirmou Gracioso.

Além disso, Gracioso destacou que as estratégias da instituição devem estar pautadas no compromisso de servir com qualidade. "A educação é um serviço intangível. Para mim, servir é quase transcendental. Nós, professores e educadores, devemos encarar o ato de servir como forma de completar a obra do criador. Para isso, precisamos nos pautar em três pilares: seriedade, qualidade e confiabilidade. Sobretudo, uma instituição de ensino superior deve inspirar confiança", disse.

Em sua opinião, atingir essa meta depende fundamentalmente do posicionamento estratégico de uma instituição. "Foi a maneira como a ESPM deixou de ser mais uma instituição pequena e passou a ocupar um lugar de destaque no mercado. Hoje, vejo inúmeras instituições no que eu chamo de 'vala comum', ou seja, que não oferecem nada diferenciado e por isso não se destacam. Se no mercado competitivo já é difícil sobreviver com planejamento, foco, estratégia e inovação, sem isso, é praticamente impossível", frisou.

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