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Notícias

Especial 9º FNESP

      
Por Lilian Burgardt

A última palestra desta sexta-feira, marcando o encerramento do 9º FNESP (Fórum Nacional Ensino Superior Particular Brasileiro Qualidade, Concorrência e ?tica na Educação Superior) discutiu como a política de aquisição e a fusão das IES (Instituições de Ensino Superior) têm impacto no ensino universitário brasileiro. O presidente da Kroton Educacional S/A, holding educacional correspondente à Faculdade Pitágoras, Walter Luiz Diniz Braga, iniciou sua palestra contando sobre a parceria da Faculdade Pitágoras com a Apollo International e as principais mudanças provocadas na gestão e no ensino do grupo.

O especialista - que defende a aquisição de instituições e parcerias com empresas de capital estrangeiro - afirmou que a fusão com o grupo internacional, não só serviu para prover as mudanças necessárias a fim de oferecer ensino superior de qualidade, mas também para ajudar a criar uma estrutura gerencial muito mais forte e eficiente dentro da instituição. ?Evidentemente muitos criticavam a parceria. Falavam em mercantilização da Educação. Acredito e defendo que a entrada do capital estrangeiro permitiu que investíssemos na instituição e evoluíssemos tanto em qualidade de ensino como de infra-estrutura predial e organizacional", disse.

Em 2005, quando uma mudança de estratégia da Apollo International somado a alguns revezes de fusões similares no exterior ameaçava a instituição, a faculdade estava tão fortalecida e preparada que, diante da possibilidade da saída do grupo internacional, somou esforços e conseguiu comprar os 50% de sua sociedade que estava nas mãos do grupo estrangeiro. Assim, abocanhou o melhor dos dois mundos: cresceu com regularidade por intermédio da parceria e se fortaleceu para caminhar sozinha quando foi necessário.
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?tica e concorrência no Ensino Superior

Observar e identificar uma perspectiva de mercado para ser considerado competitivo é, sem dúvida, o caminho para o crescimento e o desenvolvimento de uma instituição de sucesso. Convidado para discorrer sobre o tema, o presidente do Instituto Ethos, Ricardo Young, trouxe experiências do setor empresarial para exemplificar como uma visão diferenciada pode ser determinante para o sucesso.

Em sua palestra Young lembrou que até pouco tempo falar sobre desenvolvimento sustentável era uma realidade incipiente no país. Hoje, as empresas privadas perceberam o nicho de mercado e passaram a pautar suas ações em prol do crescimento por meio de iniciativas ligadas à preservação do meio-ambiente. "Este é um diferencial que as empresas passaram a incorporar em seu dia-a-dia e que, hoje, são características competitivas e somam pontos em favor das empresas", disse.
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A imagem pública das IES privadas

Para abrir a primeira palestra desta sexta-feira: "A imagem pública das IES privadas" o vice-presidente do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras das Instituições de Ensino Particulares do Estado de São Paulo), Gabriel Mário Rodrigues, destacou os resultados obtidos pelos cursos de Direito tanto no Exame da OAB como no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) que provocou reação do MEC (Ministério da Educação) devido à qualidade do ensino oferecido. "Este é o melhor exemplo para iniciarmos uma palestra sobre a imagem pública das IES (Instituições de Ensino Superior) privadas. Será que isso contribui positivamente para o setor?", indagou.

O ex-presidente e conselheiro da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Francisco Gracioso, expositor convidado para falar sobre o tema, destacou que uma pesquisa realizada pela instituição, revelou que, em geral, as instituições privadas de Ensino Superior apresentam uma imagem positiva em relação à confiabilidade por parte da população. No entanto, a consolidação desta imagem depende de diversos fatores que, somados, levam uma instituição em particular, assim como todo o setor ao sucesso.
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Avaliação como ferramenta de gestão

O espaço para o crescimento do Ensino Superior com maior oferta de vagas nas IES (Instituições de Ensino Superior) privadas coloca em pauta outro tema delicado quando o assunto é qualidade do nível de ensino: a
avaliação e certificação dos cursos. Sabe-se que, hoje, é maior a oferta de vagas do que o número de concluintes do Ensino Médio no Brasil. Em números, são 2.436.000 vagas para 1.900,00 concluintes do Ensino Médio. Sabe-se, também, que a maior parte das vagas está concentrada nas IES particulares, no total, 2.123.000.

Diante deste cenário, Como preparar os estudantes que, majoritariamente vem do ensino público para ocupar essas vagas? E mais, como garantir que as vagas criadas estão realmente servindo de oportunidade de crescimento e aperfeiçoamento acadêmico para quem as está ocupando?

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Novos paradigmas da educação

Como, afinal, atingir e responder pelo drama social da juventude que sonha com o Ensino Superior mais está à margem do 3º grau? Abordando este desafio é que o membro do CNE (Conselho Nacional da Educação), Mozart Neves Ramos iniciou sua palestra na manhã desta quinta-feira, durante o 9º FNESP (Fórum Nacional Ensino Superior Particular e Brasileiro).
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Ramos, que já foi reitor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), reforçou aos gestores e mantenedores das universidades a importância de se levar adiante os debates promovidos em eventos desta proporção dizendo que muito se fala, mas poucas são as ações coletivas que realmente são realizadas com a finalidade de tirar as idéias do papel.

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Impactos do PDE na educação

A ausência do Ministro Fernando Haddad à conferência de abertura marcada para destacar os impactos do Plano de Desenvolvimento da Educação Superior Brasileira desviou o assunto para uma visão micro de um dos 22 programas que fazem parte do novo plano, o E-MEC.

O E-MEC substituirá o sistema SAPIEnS e foi criado a partir de três normas: a lei nº 5.773/2006, que define o credenciamento e o recredenciamento das instituições de ensino superior (IES), assim como a autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos superiores; a lei nº 10.861/2004, do Sinãs (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior); e a lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394/1996.

Convidado para representar o Ministro Fernando Haddad, o diretor da DESUP (Departamento de Supervisão da Educação Superior), Dirceu Nascimento, explicou o andamento em prol do desenvolvimento do sistema e destacou que o E-MEC está sendo elaborado com a principal atribuição de auxiliar as instituições no processo de autorização de cursos. Ainda em fase de finalização, promete agilizar os processos dentro do MEC. "? uma das iniciativas que mais merecem destaque dentro das ações que englobam o PDE", disse.

Abertura do 9º FNESP

Com a finalidade de discutir a qualidade, concorrência e a ética na Educação Superior do país está sendo realizado, entre esta quinta e sexta-feira, em São Paulo, o 9º FNESP (Fórum Nacional do Ensino Superior Particular Brasileiro). Na sessão solene de abertura, o presidente do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo), Hermes Figueiredo, citou a irregularidade da expansão do setor universitário, especialmente das IES particulares, como a principal causa da atual desorganização do setor.

Em números, de 1990 até 2005, esse crescimento desordenado é responsável por um aumento de 348 mil vagas no Ensino Superior para dois milhões e 100 mil. No entanto, durante este mesmo período, a porcentagem de ingressantes no Ensino Superior não atingiu a marca de 300%. "Há uma concorrência desleal, devido ao grande número de vagas abertas. Além disso, muitas instituições não oferecem um nível de qualidade necessário para formar adequadamente os seus alunos", destacou.

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