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Estudantes de federais terão nova chance de intercâmbio

      

Pense na possibilidade de fazer intercâmbio mais facilmente por países da América. A boa notícia é para alunos e professores das 58 universidades federais brasileiras. Eles terão boas oportunidades de intercâmbio nos países do continente. A Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) deve assinar na primeira semana de outubro um acordo com a OEA (Organização dos Estados Americanos) para facilitar o trânsito entre as federais e universidades de toda a América. Segundo o reitor da Universidade Federal de Uberlândia, Arquimedes Diógenes Ciloni, presidente da Andifes, uma cópia do acordo está no departamento jurídico da instituição brasileira aguardando adaptação para que possa ser assinado.

De acordo com Ciloni, a Andifes foi procurada por integrantes da OEA no mês de agosto em Brasília, durante a realização do conselho pleno da entidade. Ciloni acredita que a minuta do acordo que foi enviada para a Andifes deve sofrer poucas adaptações, o que significa que o acordo deve sair rápido e para começar a vigorar já em 2008. Isso significa facilidades para o intercâmbio com todos os países membros da OEA.

Fazem parte da entidade Antigua e Barbuda, Argentina, Bahamas, Barbados, Belize, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Dominica, El Salvador, Estados Unidos da América, Equador, Granada, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, São Cristóvão e Nevis, Suriname, Trindade e Tobago, Uruguai e Venezuela.

"A OEA manifestou interesse em estabelecer esse convênio diretamente com a Andifes porque temos no mínimo uma instituição federal em cada estado da federação. Em alguns estados temos muitas mais universidades. Por isso, a OEA conseguirá atingir o ensino superior público brasileiro em todos os estados", declarou Ciloni.

Após a adaptação do documento, a Andifes deve devolve-lo à OEA para que seja então definida a data precisa para a assinatura da parceria, o que deve acontecer em Brasília. "Será feito um convênio que permitirá a estudantes e docentes brasileiros irem para a Bolívia, bolivianos irem para o Canadá, canadenses irem para o Peru, e assim por diante. Ou seja, a OEA tem interesse em fomentar a mobilidade estudantil e docente em todo o continente americano", afirmou Ciloni.

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