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Second Life oferece uma segunda chance

      

Desde 2003, quando foi lançado pela empresa norte-americana Linden Lab, o Second Life se propõe a ser simplesmente o que o nome já diz, sua segunda vida, mas nesse caso, virtual. A idéia é se relacionar, algo parecido com sites como o Orkut ou o MySpace. Só que no Second Life o ambiente é em três dimensões e não apenas páginas estáticas e fóruns. Assim, nascem inúmeras possibilidades de interação. Ao invés de fundar uma comunidade, como é possível no Orkut, o usuário constrói seu espaço, que pode ter diferentes formatos, como no mundo real. Pode ser uma casa, um prédio, ou qualquer outro tipo de construção.

Da mesma forma, o usuário pode ter a aparência que quiser, ou ter "uma segunda chance". "Nessa segunda vida, seja o que você sempre quis", diz a página brasileira do Second Life. Ao se cadastrar na página do Second Life para começar a participar dele, o usuário monta a aparência que deseja ter nesse mundo virtual, o seu Avatar, ou seja, o corpo que vai usar na segunda vida.

Mas não pense que isso tudo vem de graça. Como na vida real, ter uma boa aparência, boas roupas e mesmo construir seus espaços requer dinheiro, e dinheiro de verdade. Para comprar a moeda virtual do Second Life, o Linden Dollar, é preciso pagar. Se você não quiser pagar, pode até entrar no Second Life, mas terá sua participação bastante limitada àquilo que a segunda vida oferece gratuitamente.

Até mesmo os espaços para construir dentro do Second Life precisam ser comprados. Mas existe a possibilidade de ganhos reais no Second Life. Por isso mesmo, muitas empresas de peso decidiram investir muito e criar espaços grandiosos e personalizados. Há usuários que trabalham no universo virtual do Second Life em troca da moeda virtual. Depois, trocam essa moeda por dinheiro de verdade. Assim, a segunda vida já movimenta milhões de dólares no mundo todo por meio dessas transações e existe todo um universo profissional lá dentro, o que inclui até jornais com notícias sobre o que acontece, eventos e novos espaços.

De olho nessa movimentação, além de empresas peso-pesados, as universidades também decidiram mergulhar na segunda vida com vistas não apenas a publicidade e nem a angariar alunos para suas instalações reais, mas com vistas a compartilhar e até mesmo produzir conhecimento e até desenvolver pesquisas dentro do Second Life e sobre o Second Life.

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