text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

UNB: Veja gabarito da prova para candidatos indígenas

      

Cespe divulga lista com o nome dos aprovados em 10 de fevereiro. Ao todo, 162 estudantes disputam 10 vagas em cinco cursos

Os candidatos indígenas que participaram do último vestibular da Universidade de Brasília já podem conferir seu desempenho na prova. O Centro de Seleção e Promoção de Eventos (Cespe) divulgou o gabarito das 100 questões objetivas que compõe o exame na última segunda-feira, 18 de janeiro. A lista com o nome dos 10 alunos que ocuparão as vagas oferecidas sai em 10 de fevereiro.

A homologação das inscrições dos candidatos será divulgada em 1º de fevereiro, após avaliação da documentação exigida pelo convênio entre a UnB e a Fundação Nacional do Öndio (Funai). Os estudantes fazem a prova antes mesmo de ter a inscrição confirmada pela complexidade na análise dos papéis necessários, como a declaração da aldeia autorizando o representante a fazer o vestibular, muitos vindos de lugares de difícil acesso, como o interior do Amazonas.

Segundo a assessoria de comunicação do Cespe, aqueles que não tiverem a inscrição aceita terão período de recursos para contestar a decisão. Esta é a quinta edição do vestibular indígena, que oferece 10 vagas por semestre nos cursos de Agronomia, Enfermagem e Obstetrícia, Engenharia Florestal, Medicina e Nutrição. Hoje 44 estudantes de diversas etnias estudam na UnB. A meta é chegar a 200 até 2014. Dados do Ministério da Educação apontam que há cerca de 6 mil índios cursando o ensino superior no Brasil.

Além de Brasília (DF), a aplicação do exame ? diferenciado do vestibular convencional pelo número reduzido de questões - ocorreu nas cidades de Barra do Corda (MA), Barra do Garças (MT), Ji-Paraná (RO) e Redenção (PA). No último dia 16, os candidatos fizeram provas de Português, Literatura, Matemática, Biologia, Física, Geografia, História, Química e Redação.

DARCY - A terceira edição da revista de jornalismo científico e cultural da UnB traz uma reportagem sobre a adaptação dos alunos indígenas ao cotidiano da universidade. Um dos relatos é o de Olavo Batista, aluno da Engenharia Florestal e membro da etnia Wapichana. Antes de chegar à UnB, o homem de 40 anos, precisou pedir permissão ao cacique e assumir a promessa de voltar para ajudar a comunidade.

Como já fez a amazonense Kátia Baré, aluna de Enfermagem que enfrenta a saudade da família para conseguir o diploma de nível superior. "Quando vou a Camanaus (a 852 km de Manaus), faço palestras sobre alcoolismo e hipertensão", contou Kátia a DARCY. Leia aqui a reportagem.

Fonte: Assessoria de Comunicação da UnB

  • Fonte:

Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.