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Museu divulga fotos do acusado de assassinar Luther King

      
Cena do crime: frente do Motel Lorraine
Cena do crime: frente do Motel Lorraine
Evidências do crime cometido em 4 de abril de 1968
Evidências do crime cometido em 4 de abril de 1968
Suposta arma usada por James Earl Ray
Suposta arma usada por James Earl Ray
Outra evidência de que James Earl Ray foi culpado pela morte de King
Outra evidência de que James Earl Ray foi culpado pela morte de King
James Earl Ray na solitária
James Earl Ray na solitária
Como um dos supeitos pelo crime, James Earl Ray é revistado por policiais no dia do assassinato
Como um dos supeitos pelo crime, James Earl Ray é revistado por policiais no dia do assassinato
Culpado pela morte de King, James Earl Ray cumpre pena em regime fechado
Culpado pela morte de King, James Earl Ray cumpre pena em regime fechado
Retrato falado do suspeito do crime - muito semelhante a James Earl Ray
Retrato falado do suspeito do crime - muito semelhante a James Earl Ray
Ficha publicial de James Earl Ray, divulgada nos principais jornais da época
Ficha publicial de James Earl Ray, divulgada nos principais jornais da época
Os documentos judiciais do assassinato de Martin Luther King - que completa 43 anos nesta segunda-feira (4) - estão disponíveis para consulta em museu online criado por Tom Leatherwood, funcionário estadounidense. Há gravações do testemunho de seu suposto assassino James Earl Ray, a correspondência pessoal do acusado, além de numerosas fotografias em preto e branco.

 

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King, ministro batista e maior defensor dos direitos civis dos negros, foi assassinado a tiros no balcão do Motel Lorraine, no dia 4 de abril de 1968, enquanto visitava Memphis (Tennessee, EE UU) para discutir uma greve de trabalhadores negros em defesa de melhores salários e condições trabalhistas.

 

No arquivo online estão disponíveis diversos documentos dos trâmites judiciais do assassinato que Leatherwood encontrou em 2007. O funcionário assegura que demorou para tornar acessível a história porque precisava de permissão da promotoria para publicar os arquivos que detalham os esforços dos advogados de Ray, que inicialmente se declarou culpado, mas tentou se retratar depois. Sem sucesso de limpar seu nome, Ray morreu na prisão em 1998.


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