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Homem bonito tem mais chance de emprego do que mulher bonita

      
Na hora de disputar uma <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2011/05/02/817914/voce-precisa-ter-em-mente-antes-candidatar-uma-vaga-emprego.html title=O que você precisa ter em mente antes de se candidatar para uma vaga de emprego><strong>vaga de emprego</strong></a><strong>beleza</strong> pode ser <strong>vantajosa</strong> para <strong>homens</strong>, mas não para as <strong>mulheres</strong>. As diferenças foram apontadas por uma pesquisa realizada pelos economistas israelenses <strong>Bradley Ruffle</strong> e <strong>Ze'ev Shtudiner</strong>. <p>   </p><p><a style=color: #ff0000; text-decoration: none href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2011/05/06/819383/4-atitudes-marcar-presenca-no-linkedin.html>» 4 atitudes para marcar presença no LinkedIn</a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none href=https://carreira.universia.com.br/>» Todas as notícias de carreira no Universia Brasi</a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none href=https://twitter.com/universiabrasil target=_blank>» Siga o Universia Brasil no Twitter</a></p><p>   </p><p> Os dados apontam que as candidatas bonitas têm mais chance de serem eliminadas dos processos seletivos. A justificativa, segundo os pesquisadores, está relacionada à grande quantidade de <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/04/12/923039/mulheres-exercitam-pouco-tem-maior-risco-doencas.html title=Mulheres que se exercitam pouco têm maior risco de doenças><strong>mulheres</strong></a> que participam da seleção dos candidatos. Estima-se que 96% dos profissionais que comandam os processos seletivos são mulheres solteiras com idade entre 20 e 30 anos. </p><p>   </p><p> Em geral, as <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/03/21/918800/21-maiores-erros-cometidos-pelos-recrutadores.html title=21 maiores erros cometidos pelos recrutadores><strong>recrutadoras</strong></a>, conforme explicam Ruffle e Shtudiner, enxergam as pretendentes bonitas como uma nova competidora no ambiente de trabalho, ainda que de forma inconsciente. </p><p>   </p><p> Para chegar a essa conclusão, foram enviados 2.500 pares de <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/02/01/908652/como-enviar-curriculos-e-mail.html title=Como enviar currículos por e-mail><strong>currículos</strong></a> para 2.500 anúncios de <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/04/09/922215/como-vestir-na-entrevista-emprego.html title=Como se vestir na entrevista de emprego><strong>emprego</strong></a>. Apesar das informações profissionais serem equivalentes, um dos pares dos currículos contava com a foto de uma mulher ou um homem atraente, e o outro, no entanto, se referia a uma pessoa de aparência comum ou simplesmente não tinha nenhum anexo. </p><p>   </p><p> Apenas 12,8% das mulheres atraentes foram aprovadas. O índice de aprovação entre as candidatas de aparência comum e as candidatas que não divulgaram suas imagens foi de 13,6% e 16,6%, respectivamente. Entre os homens, no entanto, a boa aparência surgiu como vantagem. Entre os candidatos atraentes 19,7% obtiveram respostas, aceitação superior a dos currículos sem foto (13,7%) e dos homens de aparecia comum (9,2%). </p>
Na hora de disputar uma vaga de empregobeleza pode ser vantajosa para homens, mas não para as mulheres. As diferenças foram apontadas por uma pesquisa realizada pelos economistas israelenses Bradley Ruffle e Ze'ev Shtudiner.

 

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Os dados apontam que as candidatas bonitas têm mais chance de serem eliminadas dos processos seletivos. A justificativa, segundo os pesquisadores, está relacionada à grande quantidade de mulheres que participam da seleção dos candidatos. Estima-se que 96% dos profissionais que comandam os processos seletivos são mulheres solteiras com idade entre 20 e 30 anos.

 

Em geral, as recrutadoras, conforme explicam Ruffle e Shtudiner, enxergam as pretendentes bonitas como uma nova competidora no ambiente de trabalho, ainda que de forma inconsciente.

 

Para chegar a essa conclusão, foram enviados 2.500 pares de currículos para 2.500 anúncios de emprego. Apesar das informações profissionais serem equivalentes, um dos pares dos currículos contava com a foto de uma mulher ou um homem atraente, e o outro, no entanto, se referia a uma pessoa de aparência comum ou simplesmente não tinha nenhum anexo.

 

Apenas 12,8% das mulheres atraentes foram aprovadas. O índice de aprovação entre as candidatas de aparência comum e as candidatas que não divulgaram suas imagens foi de 13,6% e 16,6%, respectivamente. Entre os homens, no entanto, a boa aparência surgiu como vantagem. Entre os candidatos atraentes 19,7% obtiveram respostas, aceitação superior a dos currículos sem foto (13,7%) e dos homens de aparecia comum (9,2%).


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