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É fato! Sua vaga de emprego está no LinkedIn; Veja como

      
André Amaral há seis meses encontrou um emprego no LinkedIn
André Amaral há seis meses encontrou um emprego no LinkedIn

 

Na hora de procurar emprego, se você só usa a Internet para acessar sites de vagas e conferir o que as empresas procuram é hora de rever seus conceitos. Tão ultrapassada quanto procurar na página de classificados do jornal de domingo é a visão de que as redes sociais são como uma "febre passageira" de gente desocupada. Por lá, o que não falta é gente ocupada até demais procurando profissionais flexíveis e atentos as novas tecnologias para o novo mercado de trabalho que se desenha no Brasil.

 

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Não só os profissionais mais versáteis, como também os headhunters (os famosos caça-talentos) migraram para as redes de relacionamento à procura de bons profissionais, sejam eles jovens e futuras promessas ou já experientes, com pleno domínio de seu mercado. Com mais de 100 milhões de membros em todo o mundo, o LinkedIn (rede social gratuita voltada exclusivamente para este propósito) é o canal que irá deixá-lo mais próximo da sua próxima vaga de emprego.

 

Fundado em 2003, nos Estados Unidos, o LinkedIn é a maior rede profissional do mundo na Internet, com mais de 100 milhões de usuários em mais de 200 países e disponível em seis idiomas: inglês, português, francês, alemão, italiano e espanhol. O que isso significa? Mais gente tem acesso ao seu currículo e suas chances de conseguir espaço no mercado aumentam. "Dentre as redes sociais, o LinkedIn é a mais eficiente e de maior alcance. Os recrutadores estão atentos aos novos perfis", analisa o professor da Faculdade de Gestão e Serviços da Universidade Metodista, Rafael Marcus Chiuzi. Não fosse só isso, mais de dois milhões de empresas possuem páginas no site que registrou no ano passado aumento de 428% dos usuários brasileiros! Normalmente, jovens da "geração Y" (nativos digitais) e empresas de ponta, ambos acostumados com comunicação e tecnologia.

 

Antes de tudo, é bom que você saiba: seus concorrentes também estão online. A enxurrada de currículos recebidos pelos recrutadores e gestores é grande. "Mais da metade dos currículos que recebo são de candidatos que viram a vaga nas redes sociais", conta Flávio Guimarães, diretor da Radix Engenharia. A empresa tem um ano e já contratou estagiários e profissionais pelo LinkedIn.

 

Quero participar, o que devo fazer?

 

A primeira coisa a se fazer é se cadastrar no LinkedIn (www.linkedin.com) e responder todos os itens solicitados. Não vale preencher o perfil com habilidades que você não tenha. Seja sempre sincero! Em seguida escolha uma foto compatível com a rede, ou seja, que transmita seriedade. Desta maneira, quando os recrutadores fizerem uma busca, seu currículo chamará atenção.

 

Chiuzi recomenda alguns cuidados. "Tudo o que você publica pode ser usado a favor ou contra você. Não conhecemos o selecionador, ele pode descartar seu currículo apenas pelo que ele vê na rede social."Na Radix é comum observar o comportamento no mundo virtual. “Conhecemos a pessoa ali e pelo que é encontrado conseguimos saber se está dentro da nossa filosofia”, diz Guimarães.

 

Por isso, os especialistas alertam: é importante usar o bom senso na hora de criar e atualizar o seu perfil no LinkedIn. Na hora de escolher a foto, por exemplo, jamais use fotos com decote, na praia, ou mesmo no bar com os amigos em situações muito despojadas. Lembre-se de quem é o seu foco na rede social, e que imagem você quer passar para o recrutador. O mesmo vale para o que é publicado. O LinkedIn permite que você atualize sua página com “posts” do Twitter, mas isso só vale a pena se o que você compartilha por lá é de relevância profissional. Na dúvida, não publique.

 

Dizem os especialistas em redes sociais que algo só deve ser publicado/compartilhado se você fosse capaz de contar aquilo, por exemplo, na televisão, para milhões de pessoas. Muitos subestimam o potencial da rede social e acabam "falando pelos cotovelos", em uma rede de relacionamentos para o meio profissional, isso é um grande erro.

 

Também é muito legar ter atitude. Não fique parado esperando receber um contato de uma empresa. Às vezes, trabalhar na empresa dos sonhos está muito mais próximo do que se imagina. Busque pelos perfis das empresas em que você gostaria de trabalhar e participe dos fóruns de discussão da sua área de atuação. Esta é uma maneira de aumentar seu networking com qualidade.

 

Consegui!

 

André Amaral, estudante do quinto período do curso de Engenharia Química da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), há seis meses procurou e encontrou uma oportunidade. "Vi a vaga aberta e encaminhei meu currículo. O contato por rede social é mais fácil porque é direto com o gestor da empresa."

 

A falta de tempo para procurar emprego presencialmente obriga o uso dos meios virtuais. É o caso da jornalista Lara Berol, há nove meses de emprego novo. “Eu trabalhava e não podia sair do trabalho para procurar emprego, porém descobri um jeito mais fácil e com melhor resultado.”

 

Nos dois casos, foi preciso criar relacionamento e buscar um headhunter das áreas de trabalho desejadas. Portanto, não abandone seu currículo no LinkedIn depois de criado, atualize-o a cada nova informação relevante e faça seu networking para aumentar a possibilidade de você ler "parabéns, você está contratado".

 

Veja 5 dicas para se dar bem no LinkedIn:

 

1) Crie seu perfil e mantenha-o atualizado. O recrutador está em busca de gente antenada. Mostrar que seu currículo está lá só por estar não adianta nada;

 

2) Procure empresas e grupos que tenham a ver com sua área, um dos membros pode ser um futuro recrutador em potencial, ou uma porta de entrada para sua próxima vaga;

 

3) Use o bom senso. É legar colocar a foto para que o recrutador conheça você, mas nada de exageros. Foto com decote, na praia, no bar com os amigos tomando aquela cerveja gelada estão fora!

 

4) Menos é mais. Integrada com outras ferramentas, o LinkedIn permite que você atualize sua página com “posts” do Twitter, mas isso só vale a pena se o que você compartilha por lá é de relevância profissional. Na dúvida, não publique.

 

5) Lembre-se que algo só deve ser publicado/compartilhado se você contaria aquilo, por exemplo, na televisão, para milhões de pessoas. Muitos subestimam o potencial da rede social e acabam "falando pelos cotovelos".

 

 


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