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Risco de câncer em carne bem-cozida pode ser duas vezes mais alto

      
(Crédito: tepic / Shutterstock.com)
(Crédito: tepic / Shutterstock.com)

 

Cientistas do Instituto Norueguês de Saúde Pública, na Noruega, descobriram que o risco de contrair câncer ao comer carne bem-cozida pode ser mais do que o dobro do que se pensava. Estudos anteriores já mostravam que fritar ou grelhar alimentos podia originar substâncias cancerígenas na superfície dos alimentos. Os pesquisadores se basearam em testes realizados em ratos, relacionando o efeito esperado nos seres humanos com o efeito causado nos roedores.

 

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Os cientistas descobriram que os seres humanos têm certas enzimas chamadas sulfotransferases (liza), em muitas partes de seus corpos, enquanto os ratos só têm em seus fígados. As Sult-enzimas podem transformar substâncias inofensivas em substâncias cancerígenas.

 

Os camundongos receberam os alimentos mutagênicos, freqüentemente encontrados em quantidades elevadas na crosta de carne e peixe, e a equipe inseriu as enzimas nos animais para ver se havia uma diferença no risco. Eles descobriram que a incidência de tumores intestinais aumentou de 31% para 80% nos ratos que comiam a crosta de carne aquecida.

 

 


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