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Pesquisadores desenvolvem sensor de bactérias

      
(Crédito: Alexander Raths / shutterstock.com)
(Crédito: Alexander Raths / shutterstock.com)

 

Um grupo de pesquisadores da Universidade de San Diego, Califórnia, criou um sensor de bactérias sensíveis a baixos níveis de arsênico. No futuro, esta tecnologia poderia ser usada para detectar metais pesados e outros contaminantes perigosos para a saúde humana.

 

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O sensor é composto por um sinal vivo de bactérias que emitem luz piscando em uníssono. A criação foi baseada em sistemas de comunicação que utilizam microorganismos, ocorrendo a sincronização dos relógios biológicos de uma colônia de bactérias para que todos os componentes pisquem dentro e fora pelo menos uma vez. Cada uma dessas colônias representa um ponto brilhante no painel, que os cientistas chamam de "biopixel", um único ponto de luz semelhante ao dos pixels nas telas de nossos computadores.

 

A partir daí, os pesquisadores desenvolveram um sensor capaz de detectar bactérias pequenas somente pelas concentrações de arsênico. Mudanças na freqüência de oscilação da fluorescência indicaram a presença e a quantidade do metal. Com esta tecnologia, que utiliza a sensibilidade das bactérias aos contaminantes e organismos patogênicos, os estudiosos podem desenvolver biossensores capazes de detectar os metais contaminantes.

 

 


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