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Facebook e Twitter seriam mais viciantes que o cigarro e o álcool

      
(Crédito: Reprodução)
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Um grupo de pesquisadores da Booth School of Business, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, conduziram o experimento envolvendo 205 pessoas em Wurtzburg, na Alemanha.

 

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Os participantes foram pesquisados através de smartphones durante uma semana, sete vezes por dia. Eles deveriam responder se sentiram o desejo de usar as redes sociais nos últimos 30 minutos e se haviam sucumbido a esse desejo ou não. Cada desejo foi avaliado em uma escala que ia de "leve" a "irresistível".

 

No total, 10.558 respostas foram adquiridas e um total de 7.827 "desejos" foi relatado. Os resultados da pesquisa serão publicados em breve no jornal Psychological Science, porém, dados preliminares, recebidos pelo jornal The Guardian, sugerem que os maiores índices de falhas de auto-controle foram vinculados aos serviços de redes sociais online.


Wihelm Hofmann, líder do grupo que conduziu o estudo, diz que, "a vida moderna é uma confusão de desejos marcados pelo freqüente conflito e resistência, este último com sucesso desigual". Hofmann sugere que um dos motivos para que as pessoas falhem tanto em resistir às redes sociais é por que não há nenhuma desvantagem imediata causada por serviços como esses. No entanto, ele avisa que essas redes podem tomar um tempo enorme do usuário.


"Os desejos por essas mídias podem ser comparativamente mais difíceis de resistir pelo fato de serem tão acessíveis e também por que ao usá-las, temos a sensação de que não ‘custa nada’ se comprometer com essas atividades, ainda que queiramos resistir", o pesquisador acrescenta que, "com o cigarro e o álcool há mais custos – em longo prazo e monetários – e a oportunidade nem sempre é a mais correta. Então, mesmo que o uso de redes sociais tenha conseqüências menores, o uso freqüente pode ‘roubar’ muito tempo do usuário".

 

 



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