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Remédio contra doenças cardíacas pode diminuir o racismo, aponta estudo

      
Crédito: Blend Images / Shutterstock.com
Crédito: Blend Images / Shutterstock.com

 

Novo estudo da Universidade de Oxford, publicado no Journal Psychopharmacology, aponta que o Propanolol, usado no tratamento de doenças cardíacas, pode ter o efeito de combater o racismo.

 

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A psicóloga experimental Sylvia Terbeck, autora da pesquisa, acredita que a descoberta pode ser explicada pelo fato do racismo ser proveniente do medo, já que o medicamento, além de atuar no sistema nervoso, também afeta a parte do cérebro envolvida no medo e nas respostas emocionais. O Propanolol também é usado para tratar ansiedade e pânico.

 

No estudo, 18 voluntários foram divididos em dois grupos. Em ambos os grupos, os voluntários responderam a um Teste de Associação Implícita, que consistia em associar palavras e imagens. Apenas um dos grupos foi medicado com o Propanolol.

 

Aqueles que receberam doses do medicamento utilizadas para taxas mais baixas de frequência cardíaca tiveram mais facilidade em associar palavras positivas com as imagens negras e apresentaram pontuações menores no teste psicológico de atitudes racistas implícitas.

 

Já aqueles que foram tratados com um placebo demoraram mais tempo para fazer a associação de imagens negras com as palavras positivas e, por isso, alcançaram um nível maior de racismo subconsciente.

 

Os resultados oferecem novas evidências sobre os processos que moldam o preconceito racial no cérebro. O medicamento, no entanto, não apresenta resultados para o racismo explícito.

 

 


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