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Testosterona pode funcionar como antidepressivo, diz estudo

      
<p>   </p><p> Estudos da <strong>Universidade Estatal da Flórida</strong>, nos <a href=https://noticias.universia.com.br/mobilidade-academica/especial/2011/10/07/875815/estudar-graduaco-nos-estados-unidos.html title=Estudar graduação nos Estados Unidos><strong>Estados Unidos</strong></a>, descobriram que uma região do <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/03/05/915665/pessoas-depressivas-tem-cerebro-hiperativo-diz-pesquisa.html title=Pessoas depressivas têm cérebro hiperativo, diz pesquisa><strong>cérebro</strong></a> situada no hipocampo – a zona cerebral responsável pela formação da <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/03/05/915606/pessoas-tem-dificuldade-dormir-so-mais-propensas-ter-problemas-memoria-diz-estudo.html title=Pessoas que tem dificuldade para dormir são mais propensas a ter problemas de memória, diz estudo><strong>memória</strong></a> e pela regulação da resposta ao stress – responde de forma positiva aos efeitos de um novo medicamento para a depressão, a testosterona. </p><p>   </p><p><a style=color: #ff0000; text-decoration: none href=https://bit.ly/HjcnAP title=Fast food causa depressão, diz pesquisa>» <strong>Fast food causa depressão, diz pesquisa</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none href=https://bit.ly/wL66Zq title=Descoberta a proteína da depressão, diz estudo>» <strong>Descoberta a proteína da depressão, diz estudo</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none href=https://bit.ly/HilDUT title=Trabalhar até tarde aumenta o risco de depressão, diz pesquisa>» <strong>Trabalhar até tarde aumenta o risco de depressão, diz pesquisa</strong></a></p><p>   </p><p> Embora há algum tempo já se saiba que a testosterona, principal <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/01/17/905409/existe-hormonio-anti-obesidade.html title=Existe hormônio anti-obesidade?><strong>hormônio</strong></a> masculino, tem propriedades antidepressivas, os mecanismos que funcionam sob esses efeitos ainda eram desconhecidos. </p><p>   </p><p> Durante o estudo os pesquisadores descobriram que, em comparação com os <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/03/02/915249/homens-5-maneiras-apresentar-profissionalmente.html title=Homens: 5 maneiras de se apresentar profissionalmente><strong>homens</strong></a>, as <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/03/07/915916/as-mulheres-so-freelancers-melhores.html title=As mulheres são freelancers melhores><strong>mulheres</strong></a> são duas vezes mais propensas a sofrerem de transtornos afetivos, como a depressão. Já no caso dos homens, um dos fatores que pode causar o problema é o <strong>hipogonadismo</strong>, doença na qual o corpo não produz testosterona, ou produz o hormônio em baixas quantidades. </p><p>   </p><p><a href=https://noticias.universia.com.br/mobilidade-academica/especial/2011/10/07/875815/estudar-graduaco-nos-estados-unidos.html title=Estudar graduação nos Estados Unidos></a>Para descobrir por que isso acontece e como o hormônio pode ser usado no desenvolvimento de futuros antidepressivos, <strong>Mohamed Kabbai</strong>, autor da <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/03/29/920646/fast-food-causa-depresso-diz-pesquisa.html title=Fast food causa depressão, diz pesquisa><strong>pesquisa</strong></a>, e seus colegas trabalharam com ratos que sofriam com a <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/03/29/920427/estresse-pode-impedir-cura-doencas-fisicas.html title=Estresse pode impedir a cura de doenças físicas><strong>doença</strong></a>. O que os cientistas encontraram foi um marcador molecular chamado <em>MAPK/ERK2</em>, cujo funcionamento correto é necessário para que a testosterona combata a tristeza patológica </p><p>   </p><p> Além disso, os pesquisadores também mostraram que os efeitos positivos da testosterona não podem ser associados às mudanças na formação de novos neurônios, o que acontece quando outros antidepressivos – como a fluoxetina, presente no Prozac – são administrados aos pacientes. </p><p>   </p><p>   </p>

 

Estudos da Universidade Estatal da Flórida, nos Estados Unidos, descobriram que uma região do cérebro situada no hipocampo – a zona cerebral responsável pela formação da memória e pela regulação da resposta ao stress – responde de forma positiva aos efeitos de um novo medicamento para a depressão, a testosterona.

 

» Fast food causa depressão, diz pesquisa
» Descoberta a proteína da depressão, diz estudo
» Trabalhar até tarde aumenta o risco de depressão, diz pesquisa

 

Embora há algum tempo já se saiba que a testosterona, principal hormônio masculino, tem propriedades antidepressivas, os mecanismos que funcionam sob esses efeitos ainda eram desconhecidos.

 

Durante o estudo os pesquisadores descobriram que, em comparação com os homens, as mulheres são duas vezes mais propensas a sofrerem de transtornos afetivos, como a depressão. Já no caso dos homens, um dos fatores que pode causar o problema é o hipogonadismo, doença na qual o corpo não produz testosterona, ou produz o hormônio em baixas quantidades.

 

Para descobrir por que isso acontece e como o hormônio pode ser usado no desenvolvimento de futuros antidepressivos, Mohamed Kabbai, autor da pesquisa, e seus colegas trabalharam com ratos que sofriam com a doença. O que os cientistas encontraram foi um marcador molecular chamado MAPK/ERK2, cujo funcionamento correto é necessário para que a testosterona combata a tristeza patológica

 

Além disso, os pesquisadores também mostraram que os efeitos positivos da testosterona não podem ser associados às mudanças na formação de novos neurônios, o que acontece quando outros antidepressivos – como a fluoxetina, presente no Prozac – são administrados aos pacientes.

 

 


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