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Especialista diz que Facebook e Google desaparecerão em cinco anos

      
Crédito: Shutterstock.com
Crédito: Shutterstock.com

 

Eric Jackson, especialista em tecnologia da Forbes, causou polêmica na internet ao publicar um artigo em que apresenta motivos para que sites como Facebook e Google desapareçam nos próximos cinco anos. Para ele, empresas como essas - nascidas entre 2002 e 2009, período da chamada Web 2.0 -, não conseguirão sobreviver à nova fase móvel da internet. Jackson diz que os sites anteriores a 2010 ainda estão inseguros em como se adaptar ao novo paradigma da mobilidade.

 

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Jackson divide a internet em três gerações:

Web 1.0 – empresas fundadas entre 1994 e 2000 como AOL, Google, Amazon e eBay.

Web 2.0 ou Social – companhias lançadas entre 2002 e 2009 como Facebook, Groupon e LinkedIn.

Móvel – a partir de 2010, como por exemplo, o Instagram.

 

O especialista explica que, com o surgimento de novas gerações no mundo da internet, as gerações anteriores não conseguem adaptar-se às mudanças que os jovens trazem. Ele acredita que as empresas nascidas no período da Web 1.0 fizeram um ótimo trabalho em reunir e apresentar dados de uma maneira fácil. Já as companhias fundadas entre 2002 e 2009 teriam se desenvolvido a partir da importância das conexões sociais. Jackson explica que mesmo assim, as empresas da Web 1.0 nunca conseguiram captar a importância de construir uma comunidade social e colocá-las a disposição para os usuários.

 

As empresas nascidas a partir de 2010, geração “móvel” da internet, representada principalmente pelo Instagram, enxergariam a web de maneira completamente diferente. Elas veem os smartphones e outras tecnologias móveis como a principal base de lançamentos para suas ferramentas. De acordo com o especialista, a nova geração não se preocupa em montar seus próprios sites. “Nós nunca teremos a Web 3.0, porque a Web está morta”, diz o especialista.

 

Jackson explica que a principal causa para isso seria o modelo de negócios em que as empresas antigas conseguiram ser bem sucedidas. Este não seria capaz de abranger as novidades da geração móvel da internet.  “Mesmo quando parece dolorosamente óbvio para todos, não parece haver capacidade para que as empresas antigas mudem para um novo paradigma.”, ele argumenta. O especialista conclui que os ‘Googles’ e ‘Facebooks’ do futuro podem nem mesmo existir ainda. E até lá muitos dos sites da Web 1.0 e 2.0 podem estar completamente fora do mapa.

 

 


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