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Professores eficientes: uma questão de crenças?

      
Crédito: Shutterstock.com
Crédito: Shutterstock.com

 

Com a reforma educacional do século 21 se aproximando e, praticamente, se impondo nas instituições de ensino, o debate do porquê alguns professores são melhores do que outros vem à tona. Desviando o foco das questões econômicas, sociais e até da rigidez dos docentes, psicólogos começaram a pesquisar sobre a eficácia das crenças dos professores.

 

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Análises de investigações e outros estudos do diretor de comunicações da Associação Americana de Psicologia, Wade George, revelam que a crença de um professor determina em muitos aspectos a sua competência como docente. Mas o que, exatamente, ele quer dizer com crenças?

 

Os professores herdam influências da educação, de seus próprios educadores e também são influenciados pela própria auto-estima. Cada docente tem seu método e acredita na eficácia dele. Também é sabido que essas crenças servem como molduras para resolver problemas instrucionais.

 

Finalmente, a pesquisa de George concluiu que as crenças do docente são guias para as suas ações. Uma das mais importantes neste grupo de credos é como o professor se vê perante ao aluno: "eu vou conseguir ensinar ele?", "eu sou capaz de fazê-lo entender isso?".

 

Não é que o professor PhD esteja resumindo tudo em autoconfiança, mas ela parece ser parte essencial do processo de aprendizagem. O professor que realmente acredita poder passar tudo ao aluno é menos provável de desistir de um estudante difícil do que um docente que duvida das próprias capacidades.

 

Estas crenças acarretam em métodos mais ou menos eficazes de ensino, em diferentes formas de "approach" com o aluno, na proatividade do professor, na capacidade de ser interdisciplinar ao ensinar, entre outras competências essenciais da profissão. Portanto, é essencial que um professor reveja suas crenças e reconstrua sempre sua personalidade, contemplando nela auto-confiança, para que o professor seja sempre o melhor possível.

 

 


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