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A natureza na literatura

      
Crédito: Shutterstock.com
Crédito: Shutterstock.com

 

A natureza, por si só, é literária. Os bosques, o orvalho, as margaritas, as tempestades, o sol, o mar, as montanhas normalmente têm um papel privilegiado nas tramas. No entanto, a forma como ela é retratada muda de acordo com o escritor, seu estilo e a época. Confira exemplos:

 

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No Trovadorismo, as cantigas eram bucólicas e descreviam a vassalagem amorosa. O homem medieval ainda era muito ligado à natureza: ele era um camponês. A natureza era cenário praticamente obrigatório destas manifestações literárias.

 

Já no Romantismo, por exemplo, a natureza é aliada dos fatos na história. Se o mocinho está feliz, o tempo está aberto. Se ele está infeliz, a chuva cai; como se o céu estivesse chorando junto com o herói da trama.

 

Se estivéssemos falando de Naturalismo, elevaríamos a natureza a outro patamar: ela é determinista. Ou seja, determina o caráter e as ações dos personagens na trama.

 

Carlos Drummond de Andrade também tem parte de suas obras guiada e inspirada na natureza. Nascido em Minas Gerais, em Itabira, Drummond permea grande parte de sua obra com as memórias dessa cidade.

 

E o misterioso, porém cativante mar de Capitães da Areia de Jorge Amado? E a aspereza do sertão nordestino em Vidas Secas, de Graciliano Ramos?

 

Os exemplos de natureza influenciadora são inúmeros, provando a importância do meio-ambiente até nas obras literárias. De fato, a natureza de um escritor pode ser de um mundo completamente distinto a de outro.

 

 


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