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O custo emocional da educação

      
Crédito: Shutterstock.com
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Aprender é uma tarefa estressante e as altas exigências do mundo atual tornam essa responsabilidade algo ainda mais desafiador. Não são apenas as cobranças de desempenho que importam, mas também as questões financeiras enfrentadas pelos pais ou por estudantes financeiramente independentes. Atualmente, medicamentos antidepressivos perderam o uso exclusivo de executivos corporativos e têm sido utilizados também por crianças em escolas com linhas mais duras de cobrança. Para essas instituições, falhar não é uma opção e a perfeição é o objetivo.

 

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A pesquisadora Jean Twenge, da Universidade de São Diego descobriu em um estudo sobre as diferentes gerações nas salas de aula, realizado em 2008 e publicado no jornal Medical Education, que a ansiedade e depressão aumentaram nas últimas gerações, com mais estudantes do que nunca experimentando problemas emocionais durante os anos escolares. Ao mesmo tempo, Twenge notou que as taxas de suicídio em jovens com idades entre 15 e 24 anos diminui entre o começo da década de 1990 e o meio da década de 2000. A pesquisadora sugeriu que isso pode ser uma conseqüência do aumento do uso de antidepressivos.

 

É importante ressaltar que não são apenas os problemas e pressão da escola ou universidades que contribuem para os desequilíbrios emocionais dos estudantes. Outras áreas da vida como o relacionamento com os amigos, família e consigo mesmos também contribuem como fatores estressantes. Muitas vezes, a pressão feita por eles mesmos é muito mais tóxica e intensa do que a feita pelas escolas.

 

Também em 2008, o jornal britânico The Independent relatou que a Associação de Professores e Docentes convocou uma comissão real independente para investigar a ansiedade entre as crianças e citou disfunções sociais, problemas na família, pressão social, acadêmica e dos colegas como alguns dos problemas que afetavam a saúde mental das crianças.

 

É necessário repensar a pressão colocada pelos pais e pelas instituições no sucesso acadêmico dos alunos porque o desequilíbrio e doenças mentais não deveriam ser o preço de uma educação de qualidade ou de uma vida considerada perfeita e ideal.

 

 


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