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Greve de professores já atinge 95% das instituições federais, afirma sindicato

      
Crédito: Shutterstock.com
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De acordo com dados do Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) a mobilização nacional de professores das instituições federais de ensino chegou, na última quarta-feira (27), à adesão de 95% das instituições. Das 59 universidades, 56 têm professores parados. Além disso, a greve dos servidores técnicos administrativos atinge 34 dos 38 institutos federais de ciência e tecnologia em 22 estados, além dos dois centros federais de tecnologia.

 

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O MEC (Ministério da Educação) afirma que quem define a agenda de negociação é o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). O Ministério da Educação está com uma proposta de plano de carreira pronta, para apresentar na próxima reunião agendada pelo MPOG – basicamente priorizando a dedicação exclusiva e titulação docente.

 

Os docentes prepararam, para a manhã desta quinta-feira (28), atos em frente às sedes e subsedes do Banco Central em várias cidades brasileiras. A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35) e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.

 

O sindicato reclama da demora nas negociações e do fato de elas estarem concentradas principalmente nas mãos do Ministério do Planejamento - quem coordena o processo é o secretário das Relações de Trabalho, Sérgio Mendonça.

 

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão afirmou, por meio de sua assessoria, que a reunião com as entidades que representam a categoria dos docentes, agendada para o dia 19 e que foi adiada, deve acontecer na próxima semana, mas continua sem data confirmada. Ainda de acordo com o ministério, o secretário tem se reunido internamente com membros do governo para encontrar uma solução para o impasse nas negociações.

 

A última proposta do governo, divulgada em 13 de junho, sugeria que a carreira dos docentes das federais seguissem o mesmo plano de carreira dos servidores do Ministério da Ciência e Tecnologia, que contempla o reajuste salarial e a incorporação das gratificações.

 

Em nota, o Ministério da Educação afirmou, que é importante frisar que, "sobre a greve das instituições federais de ensino superior, quem define a agenda de negociação é o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG)".

 

O MEC disse ainda que tem uma proposta de plano de carreira pronta para apresentar às demais partes, na próxima reunião agendada pelo Ministério do Planejamento. A assessoria de imprensa do Ministério da Educação não divulgou a proposta, mas informou que ela prioriza a dedicação exclusiva e titulação docente.

 

 


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