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Site reúne pessoas interessadas em ensinar ou aprender

      
Crédito: Shutterstock.com
Crédito: Shutterstock.com

 

Com base nos princípios de crowdlearning, em que todas as pessoas têm alguma coisa para ensinar e para aprender e que o conhecimento pode ser compartilhado sem burocracia, duas irmãs paulistanas lançaram, na última terça-feira (10), a Cinese.me. A plataforma digital, que pretende unir pessoas e promover os saberes coletivos, terá uma série de eventos presenciais de lançamento, como a Semana Cinética, que contará com debates gratuitos em São Paulo entre os dias 10 e 14 de julho.

 

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De acordo com informações do portal Porvir, Camila e Anna Haddad seguem a onda das redes colaborativas que, fora do Brasil, já são muito comuns. As palavras crowdsourcing, crowdfunding e crowdlearning, todas derivadas de crowd, multidão em inglês, aos poucos começam a fazer sentido para os jovens brasileiros, que estão criando esses novos canais para aprender e compartilhar recursos (sourcing), como o Nós.vc, ou para ajudar a arrecadar dinheiro e dar vida a projetos coletivos (funding), como o Catarse.

 

No caso do Cinese.me, o objetivo é ajudar pessoas a planejar encontros para compartilhar experiências e debater temas. Qualquer um pode se inscrever pelo site sem nenhum custo e, a partir disso, revelar ou descobrir novos saberes.

 

A seção Revelar é um espaço para propor um encontro sobre um tema que se queira discutir. O proponente define assunto, data, local e preço. Automaticamente, uma página de encontro é criada e vai para a sessão Descobrir, que reúne os eventos propostos. Por essa via, o usuário pode buscar encontros por localidade ou por tema. Se encontrar algo que lhe interesse, ele pode interagir e, por fim, se inscrever. Os encontros podem ser gratuitos ou cobrados. Quando há taxa, parte do valor vai para quem propôs o debate e uma porcentagem vai para a plataforma.

 

Não há nenhuma objeção quanto ao formato ou tema dos encontros. A única exigência é que o evento reúna ao menos dois participantes, além de que sugeriu. Para Camila, cofundadora do projeto, o objetivo dessa restrição se deve ao fato de a plataforma não ser de tutoria ou aulas particulares.

 

 


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