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Infográfico: como a tecnologia influencia a criatividade na educação

      
Crédito: Shutterstock.com
Crédito: Shutterstock.com

 

Entre um e três anos, as universidades terão um ambiente favorável para a criação de novas ideias e o desenvolvimento da criatividade dos jovens universitários. Essa previsão foi feita pelo estudo NMC Horizon Report: 2014 Higher Education Edition, sobre tendências na educação publicada no início do ano.

 

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Descubra, no infográfico a seguir, como a tecnologia influencia a criatividade na educação:

 

Infográfico: como a tecnologia influencia a criatividade na educação

 

Segundo o documento, várias universidades norte-americanas já têm criado programas e planos de aulas que incentivam a elaboração de projetos e ideias. Isso acontece por conta da presença cada vez mais marcante das novas tecnologias na sala de aula. Além disso, smartphones e tablets podem ser vistos nas mãos de grande parte dos jovens e, por isso, eles estão cada vez mais próximos de ferramentas online.

 

Na Dartmouth College, por exemplo, os professores do curso de Arquitetura descobriram como utilizar vídeos no aprendizado. Eles desenvolveram um trabalho que consistia com alunos filmando um prédio em específico a partir da perspectiva deles e contar a história e principais características do local.

 

O aumento de tecnologias nas universidades também pode ser benéfico para os estudantes. Por meio de diversas plataformas online é possível entrar em contato com diferentes estratégias de aprendizado e exploração de conteúdo. A Vanderbilt University criou um tipo de rede social em que alunos de várias disciplinas podem se ajudar na resposta de perguntas complexas e aceitar desafios. Um aluno de design, por exemplo, pode ajudar um biólogo a desenvolver um projeto visual.

 

É importante salientar, porém, que não basta apenas usar a tecnologia sem objetivos claramente preestabelecidos, como garante o professor Dr. Stavros P. Xanthopoylos, vice-diretor do IDE/FGV e vice-presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED): “O uso criativo deve ser sustentável às aulas. O professor deve pensar: ‘tenho uma ferramenta tecnológica e preciso usá-la de forma a atingir o objetivo do aprendizado.’”

 

Além disso, os professores não devem achar que os estímulos aos alunos estarão, de agora em diante, totalmente relacionados às novas mídias. “Eu não posso trabalhar apenas com a tecnologia, pois os professores ainda trabalham em escolas que não têm computadores e outros aparelhos. Temos que saber usar ambos os caminhos", completou a professora Valeria Bussola Martins, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo.

 

Os professores, portanto, não devem ter medo de levar novas ferramentas digitais para dentro da sala de aula, tampouco deixar de lado formas tradicionais de interação. A sugestão é seguir o modelo das universidades dos Estados Unidos propondo trabalhos que unam a educação à tecnologia aproveitando todos os benefícios que essa oportunidade pode trazer.

 

 


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