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Infográfico: entenda de que forma as impressoras 3D estimulam o aprendizado

      
Crédito: Shutterstock.com
Crédito: Shutterstock.com

 

E se você pudesse transformar a teoria em prática durante as suas aulas? Com as impressoras 3D isso é possível, apontada a pesquisa NMC Horizon Report: 2014 Higher Education Edition sobre as tendências educativas que crescerão nos próximos três anos.

 

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Entenda melhor o que são as impressoras 3D e o modo como podem ser usadas na educação:

 

Infográfico: entenda de que forma as impressoras 3D estimulam o aprendizado

 

As impressoras 3D são capazes de construir fisicamente objetos projetados pelo computador usando materiais selecionados pelo usuário, como plástico e papel. Isso, na educação, pode trazer vários benefícios, já que o aprendizado passa de teórico para tácito melhorando a relação do estudante com o conteúdo – é o que defende a professora e mestre em Arquitetura Gabriela Celani, fundadora do primeiro laboratório de prototipagem rápida de Arquitetura do Brasil, na Unicamp, em São Paulo.

 

A professora Gabriela explica que as impressoras 3D propiciam a prática do aluno, o que, por sua vez, estimula a criatividade. “Com as impressoras 3D é possível ter a o aprendizado multissensorial, ou seja, você pode aprender a parte teórica e a prática. É possível baixar um arquivo no seu computador e transferi-lo para o mundo físico, o que melhora a criatividade dos estudantes”, explica.

 

A inserção de novas tecnologias na educação resulta, assim, numa transformação no modelo educacional, como completa a docente: “Estamos vivendo uma mudança na pedagogia. Hoje aprendemos mais fazendo na prática do que através da transmissão do conhecimento teórico.”

 

Portanto, no Brasil e no mundo esse recurso já se faz presente. Aqui, além da Unicamp, locais como o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, em São Paulo, utilizam as impressoras principalmente nas áreas de Engenharia Mecânica e Industrial.

 

Já na Faculdade de Miami, nos Estados Unidos, por exemplo, foram reproduzidos artefatos egípcios durante as aulas de Antropologia. Dessa forma, os estudantes têm contato com objetos que em outras circunstâncias só poderiam ser vistos em museus.

 

Os estudos de medicina também são beneficiados com a tecnologia: pesquisadores da Universidade de Wollongong, na Austrália, usaram uma tinta especial presente no organismo para imprimir células humanas e músculos. A esperança é que o avanço dos estudos possibilite futuramente a preservação de vidas por meio de transplantes de órgãos.

 

Assim, mais do que uma tendência, as impressoras 3D mostram-se como um agente capaz de tornar a educação muito mais dinâmica e eficaz, melhorando a experiência do aprendizado para os alunos e abrindo caminho para novas pesquisas e inovações.

 

 


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