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Mitos e verdades sobre o teste de QI

      
Fonte: Shutterstock
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Albert Einstein, Stephen Hawking, Garry Kasparov. Brilhantes em suas áreas de atuação, os gênios tem algo em comum: todos tem alto QI. Mas, afinal, o que é e como é elaborado o chamado Quociente de Inteligência?

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Criado no início do século 20 por Alfred Binet e Theodore Simon, com a finalidade de melhorar sistema educacional francês, o teste de QI é a maneira mais usada para “quantificar” as habilidades cognitivas até hoje. Através de uma escala, que geralmente vai de 0 a 200, especialistas conseguem comparar as habilidades das pessoas em relação à faixa etária na qual estão inseridos.


Entenda como funciona

O Quociente de Inteligência (QI) em si é obtido através de um cálculo simples. Para chegar ao resultado final, os psicólogos fazem a divisão da chamada idade mental, ou seja, a idade compatível ao desenvolvimento psicológico da pessoa, pela idade cronológica real. Esse número é multiplicado por 100 e então, compara-se o resultado com as categorias para a classificação final do teste. Nesse caso, crianças com idade mental diferenciada são aquelas que conseguem resolver problemas desenvolvidos para pessoas mais velhas e, portanto, tem um QI mais alto.


Em geral, 68% das pessoas atingem uma pontuação variável entre 85 e 115, o que caracteriza a média da população. Pessoas com QI acima de 140 são consideradas geniais e costumam se destacar, como é o caso das personalidades citadas. Em termos de comparação, os físicos Einstein e Hawking atingiram os 160 pontos, enquanto o enxadrista Kasparov chegou aos 190 pontos. Ou seja, não é à toa que a inteligência e o sucesso são associados a esse teste.


Porém, o teste de QI está longe de ser uma unanimidade. Os críticos desse método utilizam como argumento o fato de que os exercícios do teste são puramente lógicos e exploram, em sua maioria, apenas as habilidades racionais, o que não corresponde à totalidade da inteligência humana.


A boa notícia é que, como se tratam de exercícios cognitivos, é possível treinar o cérebro e aumentar o QI, conforme demonstram estudos recentes feitos nos Estados Unidos e publicados na Proceedins of the National Academy of Science. A descoberta de que a memória de curto prazo, que pode ser estimulada, influencia no processo de resolução nos testes contraria o que a ciência acreditava até então, de que a inteligência derivava de habilidades inatas. Além disso, é preciso frisar que o teste não abrange todos os tipos de inteligência e, portanto, não é o único fator a determinar o sucesso.

 


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