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Fuvest: tudo sobre o vestibular da USP e como se sair bem nele

      
Para estudar na USP, é preciso passar no vestibular da Fuvest ou ser selecionado através do SiSU.
Para estudar na USP, é preciso passar no vestibular da Fuvest ou ser selecionado através do SiSU.  |  Fonte: iStock

Estudar na Universidade de São Paulo (USP) é o sonho de muitos estudantes brasileiros. Eleita a melhor universidade do Brasil por diversos rankings nacionais e internacionais, não é de se surpreender que as vagas para os seus cursos de graduação estejam entre as mais disputadas do país.


Desde 1976, o seu concorrido processo de seleção é desenvolvido pela Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), uma instituição autônoma e sem fins lucrativos criada pela USP. Embora hoje o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também possa ser utilizado para ingressar na universidade, por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), o vestibular da Fuvest permanece o principal processo seletivo para os cursos de graduação da USP.


Quer saber mais sobre esse vestibular e descobrir como ir bem na Fuvest? Então confira este nosso guia completo sobre o tema. Se preferir um resumo sobre a Fuvest, veja o nosso infográfico ao fim do texto.

Como funciona o vestibular da Fuvest

A USP agrupa os seus cursos por carreiras, de acordo com com as áreas de conhecimento – Ciências Humanas, Ciências Exatas e Ciências Biológicas. No Vestibular da Fuvest, há mais de 100 carreiras e quase 200 cursos disponíveis. Enquanto algumas carreiras possuem apenas um curso, outras se constituem de vários. Ao se inscrever, você poderá escolher apenas uma carreira, mas indicar quatro cursos, em ordem de preferência.


A inscrição no vestibular deve ser feita pela Internet, no período indicado pelo cronograma atualizado. Saiba mais sobre o cronograma e as provas da Fuvest a seguir.

Provas e cronograma da Fuvest

As provas da Fuvest são realizadas em mais de 30 cidades do estado de São Paulo. O vestibular divide-se em duas fases, uma em novembro e a outra em janeiro. Entenda melhor cada uma delas:


  • 1ª fase da Fuvest:prova de conhecimentos gerais com 90 questões de múltipla escolha e 5 horas de duração. Inclui questões de Biologia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Português e Química, bem como algumas perguntas interdisciplinares.

  • 2ª fase da Fuvest: provas de conhecimentos específicos, com questões discursivas (questões abertas). São dois dias de provas, cada uma com 4 horas de duração. No primeiro dia, os candidatos realizam a Prova de Português e a Redação; no segundo, as provas das disciplinas específicas para cada carreira (de duas a quatro disciplinas, a depender da carreira escolhida).


Os cursos de Artes Visuais, Música e Artes Cênicas exigem um teste adicional: a prova de Habilidades Específicas, que deverá ser realizada durante a 2ª fase.


As inscrições para o processo seletivo da Fuvest geralmente começam em agosto. Os resultados da 1ª fase são divulgados em dezembro, enquanto os aprovados no vestibular são revelados em fevereiro. Para se informar sobre as datas exatas do processo seletivo, bem como sobre os conteúdos exigidos nas provas, os livros de leitura obrigatória e eventuais mudanças, é essencial consultar o site da Fuvest e o edital atualizado.


Os candidatos que queiram solicitar redução ou isenção da taxa da Fuvest devem ficar de olho no site desde junho, já que o período de requerimento da redução da taxa costuma se dar entre junho e julho.

Modalidades de vaga na Fuvest

Você já sabe a qual tipo de vaga pode se candidatar? Veja as opções abaixo:


  • Ampla concorrência (AC): vagas para os candidatos em geral, sem nenhum pré-requisito.

  • Escola pública (EP): vagas destinadas a candidatos que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas brasileiras.

  • Pretos, pardos e indígenas (PPI): vagas destinadas aos candidatos que se autodeclaram pretos, pardos ou indígenas e que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas brasileiras.

Como ir bem na Fuvest

O vestibular da Fuvest é conhecido por ser bastante conteudista, embora também tenha questões que exijam a capacidade de relacionar disciplinas, a habilidade de interpretação de texto e raciocínio lógico. Estar atualizado(a) com o que está acontecendo no mundo também é importante.


De forma geral, o nível de exigência desse processo seletivo é bastante alto, mas com foco e muito estudo, você pode se sair bem. Veja abaixo como estudar e confira algumas dicas para a Fuvest.

Fuvest: como estudar?

Estudante da rede pública de ensino, João Vitor Silva Rodrigues concluiu o ensino médio e, em 2015, ingressou em um cursinho para ir atrás do seu sonho de estudar Direito na Universidade de São Paulo. Com a divulgação da lista de aprovados da Fuvest 2016, teve a felicidade não só de ver seu nome no documento, como também de descobrir que havia ficado em 1º lugar.


Em conversa com a Universia Brasil, João Vitor afirmou que não esperava por essa colocação. No entanto, tentava passar uma impressão otimista para os colegas e familiares, de forma a tranquilizar as outras pessoas, mas também a si mesmo. Ao mesmo tempo, a sua rotina de estudos era intensa.


“De segunda a sexta-feira, eu ia para o cursinho de manhã. A partir das 14h, eu ficava estudando até às 20h, todos os dias. Normalmente, eu revisava as matérias que eu tinha visto durante a aula e fazia os exercícios que os professores propunham. De resto, eu criava a minha própria rotina de estudos”, contou ele.


Descubra com este aprovado em 1º lugar na Fuvest como estudar para o vestibular, com quatro dicas que ele selecionou para os que têm o mesmo sonho de estudar na USP:

1. Entenda suas fraquezas

João Vitor Rodrigues acredita que é essencial identificar em quais disciplinas você tem mais dificuldades e, a partir disso, se dedicar ainda mais a elas. O rendimento do estudante em Química e Biologia era muito baixo, mas ele conseguiu terminar o ano adorando essas disciplinas. “Acho que quando você passa muito tempo estudando uma matéria que não gosta, passa a gostar”, concluiu.


Ele acredita que o fato de ter se dedicado àquelas disciplinas em que tinha mais dificuldade foi uma grande vantagem. “Eu fui muito bem no segundo dia de provas da segunda fase, porque, depois de tanto estudar, ganhei facilidade com essas matérias”, comentou.

2. Crie uma rotina

Para João Vitor, é preciso estudar sempre. “Não é bom estudar só quando der mais vontade ou quando você achar que precisa. É importante ter uma rotina contínua, não muito sobrecarregada, para não se estressar. Além disso, é legal procurar uma forma de tornar o estudo algo prazeroso, não um sofrimento”, afirmou.


Os professores do cursinho foram um grande diferencial para que o rapaz começasse a gostar de fato de estudar. Ele conta que as aulas o motivaram a se dedicar cada vez mais. “Os professores são artistas, eles fazem aulas difíceis ficarem muito divertidas”, explicou.

3. Faça provas de anos anteriores

A prática é o que mais ajuda a entender a lógica da prova. Segundo o estudante, por mais que o candidato também vá realizar a segunda fase de outros vestibulares, é importante estudar pelas provas da Fuvest, para entender o formato proposto por essa avaliação específica.

4. Tenha uma estratégia

A estratégia para realizar uma boa prova adotada pelo estudante aprovado em Direito foi não realizar todas as questões da mesma disciplina seguidas umas das outras. Na primeira fase, começou a avaliação lendo-a por completo para identificar as perguntas mais complexas. “Eu vi questões muito difíceis de Matemática e, então, eu as pulei”, contou.


Mais calmo do que na primeira fase do vestibular, ele usou a mesma estratégia para a próxima etapa de provas. “Na segunda fase, eu vi o número de questões e calculei quanto tempo eu podia usar para cada uma. Eu podia selecionar quais eram mais fáceis, mais difíceis, mas sempre revezava as disciplinas para minha mente não ficar focada em uma só”, compartilhou.

Dicas para Fuvest

Quer conferir ainda mais dicas para a Fuvest? Separamos mais cinco conselhos importantes para se sair bem nesse processo seletivo. Confira: 

1. Peça ajuda nos seus pontos fracos

O estudo pode ser um ato coletivo bastante proveitoso. Como o estudante João Vitor Rodrigues mencionou, é fundamental ter consciência de quais pontos do conteúdo são mais fáceis ou mais difíceis para você. Depois de identificar seus pontos fracos, busque apoio nos estudos, seja com aulas de reforço, com um professor particular ou, até mesmo, com um colega. É importante também saber retribuir esse apoio, se solicitado.

2. Pergunte, pergunte e pergunte!

Os momentos em sala de aula, na escola ou no cursinho, são fundamentais para o processo de aprendizado e assimilação dos conteúdos. É muito importante que não sejam levadas dúvidas para casa.


Faça perguntas, questione pontos que não foram citados ou que deixaram brechas no seu aprendizado. Pode ter a certeza de que os professores vão gostar da sua participação, que será benéfica não só para você, mas também para seus colegas.

3. Dedique-se ao Português

Vários coordenadores de cursinhos alertam: Português é a matéria com maior peso na nota final do aluno, sendo decisiva para o ingresso do candidato em carreiras bastante concorridas, como Medicina, Direito, Engenharia, Economia e Administração. A prova de redação também tem grande importância na aprovação dos alunos. Assim, não deixe de lado o estudo para essas duas provas. Estudar e praticar a estrutura da redação da Fuvest, por exemplo, é essencial.

4. Comece a prova pelos assuntos que domina

Para contribuir com o seu controle, tanto emocional quanto do tempo, sugere-se que você comece pelas disciplinas que domina e responda primeiro às questões que considera mais fáceis.

5. Tenha calma antes da prova

É importante e necessário que os estudos não se prolonguem até o momento do teste. Atropelar a data da prova com apostilas pode ser mais prejudicial do que benéfico. No dia anterior à prova, relaxe e faça algo de que goste – sem excessos, é claro.


Também é muito importante cuidar de sua alimentação antes e durante o vestibular. Opte por comidas mais leves e nutritivas.

Leituras obrigatórias para o Vestibular da Fuvest

Todos os anos, a Fuvest escolhe nove livros que devem ser lidos para o vestibular. Embora as obras variem conforme o ano, algumas delas costumam se manter por muitos anos, como é o caso de Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade.


Alguns autores dificilmente deixam a lista, embora os seus livros possam mudar. João Guimarães Rosa, Graciliano Ramos e Machado de Assis, por exemplo, são figurinhas carimbadas na lista.


A boa notícia em relação à lista de livros do vestibular – que alguns alunos podem achar muito longa –, é que a Fuvest divulga com antecedência as obras que serão cobradas. Em 2018, por exemplo, a lista de leituras obrigatórias para o vestibular de 2020, 2021 e 2022 foi liberada. Confira as obras exigidas na Fuvest 2021 e 2022:

Fuvest 2021

  • Poemas Escolhidos – Gregório de Matos;

  • Quincas Borba – Machado de Assis;

  • Claro Enigma – Carlos Drummond de Andrade;

  • Angústia – Graciliano Ramos;

  • A Relíquia – Eça de Queirós;

  • Mayombe – Pepetela;

  • Campo Geral – Guimarães Rosa;

  • Romanceiro da Inconfidência – Cecília Meireles;

  • Nove Noites – Bernardo Carvalho.

Fuvest 2022

  • Poemas Escolhidos – Gregório de Matos;

  • Quincas Borba – Machado de Assis;

  • Alguma Poesia – Carlos Drummond de Andrade;

  • Angústia – Graciliano Ramos;

  • Mensagem – Fernando Pessoa;

  • Terra Sonâmbula – Mia Couto;

  • Campo Geral – Guimarães Rosa;

  • Romanceiro da Inconfidência – Cecília Meireles;

  • Nove Noites – Bernardo Carvalho.

Leituras obrigatórias: algumas dicas para a Fuvest

Segundo o professor de português Cláudio Caus, do Cursinho da Poli, ainda que o aluno não tenha tido tempo de ler todas as obras, é recomendável que ele procure materiais acerca delas para não ser surpreendido durante a prova.


Seria interessante pegar um estudo orientado confiável que, além do enredo, também trate sobre pontos específicos da estética literária em que o autor está inserido, traços biográficos do escritor que podem influenciar seu posicionamento no texto e o contexto histórico – aspecto pelo qual a Fuvest se interessa muito”, afirma Cláudio. Segundo ele, o vestibular costuma perguntar sobre o contexto no qual o livro se insere e a sua relação com os demais livros da época.


Ao se preparar dessa forma, o estudante consegue reunir artifícios para responder a questões em que há uma comparação entre obras, ainda que ele não tenha lido uma delas. Além disso, ao consultar o edital do vestibular, o aluno encontrará o conteúdo de literatura que será exigido na prova e poderá associar o seu estudo às obras de leitura obrigatória. Por exemplo, no caso do vestibular de 2021, você pode estudar sobre o barroco brasileiro com enfoque no autor Gregório de Matos.


Outro ponto que Cláudio destaca diz respeito às críticas literárias. “A Fuvest faz muitas questões colocando um excerto de um crítico. Então, o aluno tem que estar preparado para ler um fragmento com uma linguagem um pouco mais próxima da acadêmica”. Caso não esteja confortável com esse tipo de vocabulário, o professor alerta que você deve tentar avaliar o contexto da questão e interpretá-la a partir da sua leitura, para não se enrolar com termos com os quais não está familiarizado.

Fuvest ou Enem: como ingressar na USP?

Em 2015, o Conselho Universitário da USP alterou pela primeira vez em 40 anos o seu processo seletivo e aprovou a medida que autorizou a adoção do SiSU para parte das vagas dos cursos de graduação da universidade. A USP concedeu às suas diversas unidades o poder de decisão quanto à adesão ao SiSU. Assim, determinadas faculdades rejeitaram o sistema, embora nada impeça que elas venham a adotá-lo no futuro.


Mesmo as unidades da USP que aderiram ao novo processo seletivo não abandonaram a Fuvest, já que apenas parte das suas vagas são destinadas aos alunos que se inscreveram no SiSU. Além disso, é bom lembrar que muitas das vagas não valem para ampla concorrência e são reservadas para estudantes de escola pública ou autodeclarados pretos, pardos ou indígenas.


A USP participa apenas da Primeira Edição do SiSU, que ocorre no primeiro semestre do ano. Ou seja, os estudantes não podem optar pelo ingresso no segundo semestre. Todos os anos, a USP lança um novo edital concernente à seleção de estudantes por meio de SiSU, no qual divulga:


  • Os cursos participantes do SiSU e os respectivos números de vagas;

  • Os pesos e as notas mínimas para cada uma das provas do ENEM e/ou a média mínima do ENEM para cada curso;

  • Os documentos necessários para a realização da matrícula dos estudantes convocados.


Por isso, é muito importante ficar atento(a) ao site da universidade, em especial ao endereço eletrônico https://www.prg.usp.br/sisu. Se o edital do seu ano já tiver sido publicado, leia-o com atenção, verifique se o curso desejado está disponível e se você tem os pré-requisitos necessários para ocupar as vagas oferecidas. Também anote as datas mais importantes do cronograma e os documentos solicitados.


Segundo o coordenador da Turma Medicina do Poliedro São Paulo, Rodrigo Fulgêncio, a adesão da USP ao SiSU permite que os alunos tenham duas chances. Se você não for tão bem no dia da Fuvest, ainda terá a oportunidade de usar a sua nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No entanto, Rodrigo lembra que as duas provas são bem diferentes e que é preciso se preparar para ambas. Entenda melhor, a seguir.

Principais diferenças entre Fuvest e Enem

Segundo Rodrigo Fulgêncio, os alunos que querem prestar o Enem, além da Fuvest, devem se atentar a algumas disciplinas em especial, bem como às diferenças na etapa da redação. Entenda:

  • Sociologia/Filosofia

De acordo com o coordenador, “Sociologia e Filosofia têm uma incidência grande no Enem, mas não na Fuvest. Por isso, o aluno tem que ter uma preparação mais específica, como estudar as correntes filosóficas”.

  • Artes

Na prova do Enem, caem questões sobre artes que não são abordadas na Fuvest. É necessário ler um pouco sobre as correntes artísticas e a relação delas com a história, já que estão muito ligadas”, afirma ele.

  • Matemática

Segundo Rogério, “a prova de Matemática da Fuvest é mais complexa e aborda mais temas do que o Enem. Pensando tecnicamente, se você está preparado para a primeira, a segunda se torna mais difícil. O problema é que a prova de Matemática do Enem requer muita velocidade, pois existem muitas questões, muito mais do que na Fuvest, proporcionalmente. O melhor jeito de se preparar para as do Enem é fazendo provas de anos anteriores, mas não vale a pena usar muito antigas, porque o estilo mudou. Os últimos quatro anos são suficientes. Assim, o aluno pode se adequar e treinar a velocidade dessa prova”.

Enem e Fuvest: redações

Segundo Daniela Aizenstein, professora de redação e coordenadora do Ensino Médio do Colégio Poliedro de São Paulo, existem muitas semelhanças entre o Enem e a Fuvest nas suas redações, a começar pelo tipo textual: a dissertação argumentativa.


“Ela dá abertura para a originalidade do posicionamento. Trazer uma visão amadurecida e pautada em boas referências teóricas é inteligente, tanto na Fuvest como no Enem. Porém, não há muito espaço para criatividade, porque o gênero é bastante inflexível. Há uma liberdade, mas vigiada, porque o candidato pode construir melhor a linguagem, mas não pode fugir da estrutura de introdução, desenvolvimento, conclusão e da linguagem formal”, explica Daniela.


Como a estrutura da redação da Fuvest não é muito diferente da redação do Enem, você pode se dedicar ao estudo e à prática da escrita da sua dissertação segundo essa estrutura e aperfeiçoar-se ao máximo nesse sentido.


Outra grande semelhança entre as provas da Fuvest e do Enem é que as bancas corretoras estão sempre atualizadas. Segundo a professora, “ambas sabem dos últimos acontecimentos e buscam alunos que estejam atentos e críticos a essa realidade social”. Daniela também acredita que “elas não criam as propostas de tal forma que o candidato não possa tocar em determinados assuntos. É ele quem sempre escolhe como encaminhar a prova”.


Quanto às diferenças entre as redações da Fuvest e do Enem, Daniela listou as principais delas. Confira abaixo:

Enem

  • Temas ligados a questões sociais, que costumam envolver debates sobre os direitos humanos;

  • necessidade de uma proposta de intervenção;

  • propostas mais acessíveis.


Fuvest

  • Temas atuais, que mobilizam outros conhecimentos, como a sociologia, a ética e a cultura, exigindo debates mais profundos;

  • posicionamento crítico exigido, mas sem necessidade de proposta de intervenção; 

  • propostas mais complexas e com mais conteúdo, portanto, menos acessíveis.




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