text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

5 tópicos imprescindíveis de Grécia para o Enem 2015

      
<p>A edição 2015 do Enem será realizada <strong>nos</strong><strong>dias 24 e 25 de outubro</strong> e, devido à proximidade da prova, é importante dedicar-se a revisão dos estudos. Por isso, a <strong>Universia Brasil</strong> conversou com o <strong>professor de História Rodolfo Neves do <a title=Sistema Poliedro href=https://www.sistemapoliedro.com.br/ target=_blank>Cursinho Poliedro</a> de São Paulo</strong> sobre como a civilização grega, focando em Atenas e Esparta, <a title=Mais de 100 temas que podem aparecer na redação do Enem 2015 href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/06/05/1126287/100-temas-podem-aparecer-redaco-enem-2015.html>pode cair no Enem</a>.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Veja também:</strong></span><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=6 tópicos imprescindíveis de Literatura para o Enem 2015 href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/09/15/1131109/6-topicos-imprescindiveis-literatura-enem-2015.html>» <strong>6 tópicos imprescindíveis de Literatura para o Enem 2015</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias sobre a redação do Enem 2015 href=https://noticias.universia.com.br/tag/redação-enem-2015>» <strong>Todas as notícias sobre a redação do Enem 2015</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias sobre o Enem 2015 href=https://noticias.universia.com.br/tag/notícias-enem-2015/>» <strong>Todas as notícias sobre o Enem 2015</strong></a></p><p> </p><p><strong> Confira as considerações do docente para ter um bom desempenho no Enem 2015:</strong></p><p>  </p><ul><li><strong>Democracia ateniense</strong>: “É uma democracia na qual existia igualdade jurídica entre os cidadãos, mas não uma noção universal de cidadania. Os critérios para ser considerados cidadãos eram: ser filho de ateniense, do sexo masculino e homem livre, o que conferia direitos iguais, mesmo sendo pobres ou ricos”, afirmou. Além disso, comentou que exatamente por esse motivo, a democracia atual é muito mais próxima à da Revolução Francesa do que a ateniense.</li></ul><p> </p><ul><li><strong>Papel da mulher na sociedade</strong>: “Quando comparado com Atenas, a mulher espartana tem um papel de maior destaque, mas não chega a existir uma igualdade jurídica de direitos entre elas e os homens”, comentou sobre a diferença entre os papeis de cada um dos gêneros em Atenas e Esparta.</li></ul><p> </p><ul><li><strong>Guerras Médicas</strong>: “Caracterizam o apogeu da civilização grega. É um período de maior destaque para a própria democracia ateniense”, explicou o professor. Os persas tentaram invadir Atenas, mas os gregos colocaram-se na liderança da Conferência de Delos, a fim de proteger os territórios. Devido ao crescente poder que recebia, Atenas fez com que mais pessoas conseguissem participar da política, porque tinham pessoas que podiam fazer os trabalhos manuais para elas, como escravos e colonos. Essa superioridade diante do panorama geral incomodava Esparta e, por isso, outro conflito começa a ser desenvolvido: a Guerra do Peloponeso.</li></ul><p> </p><ul><li><strong>Guerras do Peloponeso</strong>: A insatisfação crescente de Esparta em relação ao imperialismo ateniense foi o gatilho para que houvesse uma fragmentação do poder grego. Segundo o docente Neves, “organizou-se uma liga de cidades, chamada de Confederação do Peloponeso, que parte ao ataque para Atenas e regiões aliadas. Foi uma guerra interna da civilização grega, que levou ao declínio da Grécia e, consequentemente, a uma invasão posterior às guerras da civilização macedônica”.</li></ul><p> </p><ul><li><strong>Política da mistoforia</strong>: consistia no pagamento de um salário político. O objetivo era fazer com que todos os cidadãos, independentemente da classe social pudessem exercer funções dentro da política ateniense. Neves explicou que isso é necessário “para que, mesmo que a pessoa não tenha posses e condições econômicas de abrir mão do trabalho para exercer a política, uma vez eleita ela pode assumir o mandato, devido à mistoforia que recebe. Há um aumento de participação na democracia da época”.</li></ul><p> </p>
Fonte: Shutterstock

A edição 2015 do Enem será realizada nosdias 24 e 25 de outubro e, devido à proximidade da prova, é importante dedicar-se a revisão dos estudos. Por isso, a Universia Brasil conversou com o professor de História Rodolfo Neves do Cursinho Poliedro de São Paulo sobre como a civilização grega, focando em Atenas e Esparta, pode cair no Enem.

 

Veja também:
» 6 tópicos imprescindíveis de Literatura para o Enem 2015
» Todas as notícias sobre a redação do Enem 2015
» Todas as notícias sobre o Enem 2015

 

Confira as considerações do docente para ter um bom desempenho no Enem 2015:

  

  • Democracia ateniense: “É uma democracia na qual existia igualdade jurídica entre os cidadãos, mas não uma noção universal de cidadania. Os critérios para ser considerados cidadãos eram: ser filho de ateniense, do sexo masculino e homem livre, o que conferia direitos iguais, mesmo sendo pobres ou ricos”, afirmou. Além disso, comentou que exatamente por esse motivo, a democracia atual é muito mais próxima à da Revolução Francesa do que a ateniense.

 

  • Papel da mulher na sociedade: “Quando comparado com Atenas, a mulher espartana tem um papel de maior destaque, mas não chega a existir uma igualdade jurídica de direitos entre elas e os homens”, comentou sobre a diferença entre os papeis de cada um dos gêneros em Atenas e Esparta.

 

  • Guerras Médicas: “Caracterizam o apogeu da civilização grega. É um período de maior destaque para a própria democracia ateniense”, explicou o professor. Os persas tentaram invadir Atenas, mas os gregos colocaram-se na liderança da Conferência de Delos, a fim de proteger os territórios. Devido ao crescente poder que recebia, Atenas fez com que mais pessoas conseguissem participar da política, porque tinham pessoas que podiam fazer os trabalhos manuais para elas, como escravos e colonos. Essa superioridade diante do panorama geral incomodava Esparta e, por isso, outro conflito começa a ser desenvolvido: a Guerra do Peloponeso.

 

  • Guerras do Peloponeso: A insatisfação crescente de Esparta em relação ao imperialismo ateniense foi o gatilho para que houvesse uma fragmentação do poder grego. Segundo o docente Neves, “organizou-se uma liga de cidades, chamada de Confederação do Peloponeso, que parte ao ataque para Atenas e regiões aliadas. Foi uma guerra interna da civilização grega, que levou ao declínio da Grécia e, consequentemente, a uma invasão posterior às guerras da civilização macedônica”.

 

  • Política da mistoforia: consistia no pagamento de um salário político. O objetivo era fazer com que todos os cidadãos, independentemente da classe social pudessem exercer funções dentro da política ateniense. Neves explicou que isso é necessário “para que, mesmo que a pessoa não tenha posses e condições econômicas de abrir mão do trabalho para exercer a política, uma vez eleita ela pode assumir o mandato, devido à mistoforia que recebe. Há um aumento de participação na democracia da época”.

 


Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.