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Secretários de educação querem mudança no currículo do ensino médio

      
Fonte: Shutterstock

O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) promoveu, neste final de semana, em Manaus (AM), um seminário para discutir a reformulação do ensino médio e também da educação técnica no Brasil.

 

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Entre as propostas defendidas pelos secretários estaduais está o fim da segmentação das matérias do ensino médio em disciplinas distintas, na tentativa de proporcionar uma formação menos engessada.

 

Para isso, os conteúdos serão segmentados em grandes áreas de ensino - linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e técnica e profissionalizante - ocupando mais da metade do currículo escolar. O restante será destinado ao aprendizado focado em uma dessas áreas, de acordo com os objetivos do próprio aluno.

 

Todo o conteúdo obrigatório, que corresponde de 50% a 75% do currículo, será guiado pela Base Nacional Comum Curricular. Essa proposta, que está em fase de consulta pública, propõe a definição dos conhecimentos e habilidades que todo aluno brasileiro precisa aprender em cada uma das fases da educação básica.

 

Além de cumprir com o conteúdo básico, o aluno terá que preencher o restante do seu tempo com matérias da sua escolha, mas que também estejam contempladas nas grandes áreas do conhecimento. Dessa forma, o estudante poderá dar ênfase e se aprofundar nos assuntos do seu interesse. Haverá também a oportunidade de complementar a formação com disciplinas do nível técnico, dependendo da oferta de cursos da instituição de ensino em questão.

 

Uma das polêmicas levantadas no seminário foi a obrigatoriedade do ensino de inglês, que tem empecilhos como a falta de professores capacitados, entre outras questões. No fim da discussão, os secretários concordaram que o idioma é de extrema importância para o jovem e deve, sim, constar no currículo do ensino médio.

 

A proposta constará no Projeto de Lei (PL) 6.840/2013, em tramitação na Câmara dos Deputados. Além desta questão, o Projeto também definiu o ensino em tempo integral, de sete horas, para o ensino médio. O esperado é que o PL seja votado até o final do ano.


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