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Secretários de educação querem mudança no currículo do ensino médio

      
<p>O <strong>Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed)</strong> promoveu, neste final de semana, em Manaus (AM), um seminário para discutir a reformulação do ensino médio e também da educação técnica no Brasil.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Veja também:</strong></span><br/><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=MEC prorroga prazo de renovação para contratos do Fies href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/10/30/1133124/mec-prorroga-prazo-renovacao-contratos-fies.html>» <strong>MEC prorroga prazo de renovação para contratos do Fies</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Entenda por que estudar para o Enem é cada vez mais importante href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/10/13/1132229/entenda-estudar-enem-cada-vez-importante.html>» <strong>Entenda por que estudar para o Enem é cada vez mais importante</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias de Educação href=https://noticias.universia.com.br/educacao>» <strong>Todas as notícias de Educação</strong></a></p><p> </p><p>Entre as propostas defendidas pelos secretários estaduais está o fim da segmentação das matérias do ensino médio em disciplinas distintas, na tentativa de proporcionar uma formação menos engessada.</p><p> </p><p>Para isso, os conteúdos serão segmentados em <strong>grandes áreas de ensino</strong> - linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e técnica e profissionalizante - ocupando mais da metade do currículo escolar. O restante será destinado ao aprendizado focado em uma dessas áreas, de acordo com os objetivos do próprio aluno.</p><p> </p><p>Todo o conteúdo obrigatório, que corresponde de 50% a 75% do currículo, será guiado pela <strong><a title=Ensino básico: MEC propõe mudanças no currículo href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/09/17/1131340/ensino-basico-mec-prope-mudancas-curriculo.html>Base Nacional Comum Curricular</a></strong>. Essa proposta, que está em fase de consulta pública, propõe a definição dos conhecimentos e habilidades que todo aluno brasileiro precisa aprender em cada uma das fases da <strong>educação básica</strong>.</p><p> </p><p>Além de cumprir com o conteúdo básico, <strong>o aluno terá que preencher o restante do seu tempo com matérias da sua escolha</strong>, mas que também estejam contempladas nas grandes áreas do conhecimento. Dessa forma, o estudante poderá dar ênfase e se aprofundar nos assuntos do seu interesse. Haverá também a oportunidade de complementar a formação com disciplinas do nível técnico, dependendo da oferta de cursos da instituição de ensino em questão.</p><p> </p><p>Uma das polêmicas levantadas no seminário foi a o<strong>brigatoriedade do ensino de inglês</strong>, que tem empecilhos como a falta de professores capacitados, entre outras questões. No fim da discussão, os secretários concordaram que o idioma é de extrema importância para o jovem e deve, sim, constar no currículo do ensino médio.</p><p> </p><p>A proposta constará no <strong>Projeto de Lei (PL) 6.840/2013</strong>, em tramitação na Câmara dos Deputados. Além desta questão, o Projeto também definiu o ensino em tempo integral, de sete horas, para o ensino médio. O esperado é que o PL seja votado até o final do ano.</p>
Fonte: Shutterstock

O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) promoveu, neste final de semana, em Manaus (AM), um seminário para discutir a reformulação do ensino médio e também da educação técnica no Brasil.

 

Veja também:

» MEC prorroga prazo de renovação para contratos do Fies
» Entenda por que estudar para o Enem é cada vez mais importante
» Todas as notícias de Educação

 

Entre as propostas defendidas pelos secretários estaduais está o fim da segmentação das matérias do ensino médio em disciplinas distintas, na tentativa de proporcionar uma formação menos engessada.

 

Para isso, os conteúdos serão segmentados em grandes áreas de ensino - linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e técnica e profissionalizante - ocupando mais da metade do currículo escolar. O restante será destinado ao aprendizado focado em uma dessas áreas, de acordo com os objetivos do próprio aluno.

 

Todo o conteúdo obrigatório, que corresponde de 50% a 75% do currículo, será guiado pela Base Nacional Comum Curricular. Essa proposta, que está em fase de consulta pública, propõe a definição dos conhecimentos e habilidades que todo aluno brasileiro precisa aprender em cada uma das fases da educação básica.

 

Além de cumprir com o conteúdo básico, o aluno terá que preencher o restante do seu tempo com matérias da sua escolha, mas que também estejam contempladas nas grandes áreas do conhecimento. Dessa forma, o estudante poderá dar ênfase e se aprofundar nos assuntos do seu interesse. Haverá também a oportunidade de complementar a formação com disciplinas do nível técnico, dependendo da oferta de cursos da instituição de ensino em questão.

 

Uma das polêmicas levantadas no seminário foi a obrigatoriedade do ensino de inglês, que tem empecilhos como a falta de professores capacitados, entre outras questões. No fim da discussão, os secretários concordaram que o idioma é de extrema importância para o jovem e deve, sim, constar no currículo do ensino médio.

 

A proposta constará no Projeto de Lei (PL) 6.840/2013, em tramitação na Câmara dos Deputados. Além desta questão, o Projeto também definiu o ensino em tempo integral, de sete horas, para o ensino médio. O esperado é que o PL seja votado até o final do ano.


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