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Alunos de instituições mais pobres tem pior desempenho escolar, diz estudo

      
<p>O <strong>NSE</strong>, índice calculado pelo <strong>Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)</strong>, mede o rendimento escolar dos estudante de diferentes níveis socioeconômicos na Prova Brasil, que é aplicada a cada dois anos pelo Governo Federal com objetivo de medir o <strong>desempenho dos alunos em Matemática e Português</strong>.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Veja também:</strong></span><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=MEC prorroga prazo de renovação para contratos do Fies href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/10/30/1133124/mec-prorroga-prazo-renovacao-contratos-fies.html>» <strong>MEC prorroga prazo de renovação para contratos do Fies</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Mais de 10 milhões de crianças não vão à escola devido a conflitos, aponta UNICEF href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/09/04/1130841/10-milhes-criancas-vao-escola-devido-conflitos-aponta-unicef.html>» <strong>Mais de 10 milhões de crianças não vão à escola devido a conflitos, aponta UNICEF</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias de Educação href=https://noticias.universia.com.br/educacao>» <strong>Todas as notícias de Educação</strong></a></p><p> </p><p>A última edição do NSE, referente ao ano de 2013, constatou que a <strong>diferença do desempenho das crianças que estudam nas escolas pública mais ricas e pobres do país tem crescido nos últimos anos</strong>. Em 2005, tendo como referência o 5º ano escolar, os 20% mais ricos fizeram 20,34 pontos a mais do que os mais pobres na prova de Língua Portuguesa. Em 2013, foram 42,7 pontos a mais. Já em Matemática, a diferença aumento de 20,03 pontos para 47,97.</p><p> </p><p>Para os alunos do 9º ano, a diferença entre as notas não foi tão alarmante, mais ainda representou um aumento na desigualdade. Em 2005, na prova de Português, a diferença foi de 24,39 pontos a menos para as instituições mais carentes. Em 2013, aumentou para 27,77 pontos.</p><p> </p><p>A redução da desigualdade é uma das prioridades do <strong>Ministério da Educação (MEC)</strong>, segundo consta no <strong><a title=Plano Nacional de Educação href=https://pne.mec.gov.br/ target=_blank>Plano Nacional de Educação</a></strong>, que define estratégias e mudanças para os próximos anos. No último final de semana, em seminário do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), o secretário de Educação Básica do MEC, Manuel Palacios, afirmou que o ministério dará assistência a 26,5 mil escolas com alfabetização precária, dando suporte a formação dos professores, oferecendo material didático específico e educação em período integral.</p>
Fonte: Shutterstock

O NSE, índice calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mede o rendimento escolar dos estudante de diferentes níveis socioeconômicos na Prova Brasil, que é aplicada a cada dois anos pelo Governo Federal com objetivo de medir o desempenho dos alunos em Matemática e Português.

 

Veja também:
» MEC prorroga prazo de renovação para contratos do Fies
» Mais de 10 milhões de crianças não vão à escola devido a conflitos, aponta UNICEF
» Todas as notícias de Educação

 

A última edição do NSE, referente ao ano de 2013, constatou que a diferença do desempenho das crianças que estudam nas escolas pública mais ricas e pobres do país tem crescido nos últimos anos. Em 2005, tendo como referência o 5º ano escolar, os 20% mais ricos fizeram 20,34 pontos a mais do que os mais pobres na prova de Língua Portuguesa. Em 2013, foram 42,7 pontos a mais. Já em Matemática, a diferença aumento de 20,03 pontos para 47,97.

 

Para os alunos do 9º ano, a diferença entre as notas não foi tão alarmante, mais ainda representou um aumento na desigualdade. Em 2005, na prova de Português, a diferença foi de 24,39 pontos a menos para as instituições mais carentes. Em 2013, aumentou para 27,77 pontos.

 

A redução da desigualdade é uma das prioridades do Ministério da Educação (MEC), segundo consta no Plano Nacional de Educação, que define estratégias e mudanças para os próximos anos. No último final de semana, em seminário do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), o secretário de Educação Básica do MEC, Manuel Palacios, afirmou que o ministério dará assistência a 26,5 mil escolas com alfabetização precária, dando suporte a formação dos professores, oferecendo material didático específico e educação em período integral.


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