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Aluna transexual é proibida de usar vestiário feminino em escola dos EUA

      
<p>O <strong>distrito escolar Township High School District 211</strong>, que fica em Chicago, nos Estados Unidos, proibiu uma aluna transexual de usar o vestiário feminino. Apesar do governo dos Estados Unidos ter decidido, em outubro, que a escola seria obrigada a dar permissão à garota, a instituição optou por não acatar a ordem.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Veja também:</strong></span><br/><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Levará mais de um século para as mulheres alcançarem os homens no mercado de trabalho href=https://noticias.universia.com.br/carreira/noticia/2015/10/08/1132158/levara-seculo-mulheres-alcancarem-homens-mercado-trabalho.html>» <strong>Levará mais de um século para as mulheres alcançarem os homens no mercado de trabalho</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=MEC quer incluir negros e índios na pós-graduação href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/09/17/1131363/mec-quer-incluir-negros-indios-pos-graduacao.html>» <strong>MEC quer incluir negros e índios na pós-graduação</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias de Educação href=https://noticias.universia.com.br/educacao>» <strong>Todas as notícias de Educação</strong></a></p><p> </p><p><strong><a title=Enem 2015: candidatos travestis e transexuais já podem solicitar nome social href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/06/15/1126789/enem-2015-candidatos-travestis-transexuais-podem-solicitar-nome-social.html>O colégio já reconhece a estudante como sendo uma menina</a></strong>, mas não permite que ela tome banho e se troque no mesmo vestiário que as outras alunas. A garota transexual é obrigada a usar um banheiro e chuveiro particulares.</p><p> </p><p>O governo americano entende a atitude como discriminatória, já que fortalece o estigma de tratamento diferenciado entre os alunos transexuais e o restante dos estudantes. Por isso, após queixa registrada em 2013, o departamento de educação e direitos civis dos EUA julgou o caso e decidiu que <strong>o distrito estava indo contra as regras federais de não-discriminação</strong>.</p><p> </p><p>Agora, foi dado à escola um prazo de 30 dias para que a situação seja regularizada e a garota possa, finalmente, utilizar o vestiário feminino como todas as outras alunas. No entanto, a instituição emitiu uma nota dizendo que as medidas são exageradas, já que a garota tem acesso a todas as áreas femininas, menos ao vestiário.</p><p> </p><p>A <strong>União Americana de Direitos e Liberdades Civis do Estado de IllInois</strong> disse, em comunicado oficial, que “todos os jovens devem ter a mesma oportunidade de participar de forma igualitária dos programas e atividades escolares, pois se trata de um direito civil básico”. Também foi dito que políticas discriminatórias como a desse distrito tornam os alunos nessas condições ainda mais vulneráveis e suscetíveis a ofensas.</p>
Fonte: Shutterstock

O distrito escolar Township High School District 211, que fica em Chicago, nos Estados Unidos, proibiu uma aluna transexual de usar o vestiário feminino. Apesar do governo dos Estados Unidos ter decidido, em outubro, que a escola seria obrigada a dar permissão à garota, a instituição optou por não acatar a ordem.

 

Veja também:

» Levará mais de um século para as mulheres alcançarem os homens no mercado de trabalho
» MEC quer incluir negros e índios na pós-graduação
» Todas as notícias de Educação

 

O colégio já reconhece a estudante como sendo uma menina, mas não permite que ela tome banho e se troque no mesmo vestiário que as outras alunas. A garota transexual é obrigada a usar um banheiro e chuveiro particulares.

 

O governo americano entende a atitude como discriminatória, já que fortalece o estigma de tratamento diferenciado entre os alunos transexuais e o restante dos estudantes. Por isso, após queixa registrada em 2013, o departamento de educação e direitos civis dos EUA julgou o caso e decidiu que o distrito estava indo contra as regras federais de não-discriminação.

 

Agora, foi dado à escola um prazo de 30 dias para que a situação seja regularizada e a garota possa, finalmente, utilizar o vestiário feminino como todas as outras alunas. No entanto, a instituição emitiu uma nota dizendo que as medidas são exageradas, já que a garota tem acesso a todas as áreas femininas, menos ao vestiário.

 

A União Americana de Direitos e Liberdades Civis do Estado de IllInois disse, em comunicado oficial, que “todos os jovens devem ter a mesma oportunidade de participar de forma igualitária dos programas e atividades escolares, pois se trata de um direito civil básico”. Também foi dito que políticas discriminatórias como a desse distrito tornam os alunos nessas condições ainda mais vulneráveis e suscetíveis a ofensas.


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