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Brasil tem queda no índice de analfabetos, diz pesquisa

      
Fonte: Shutterstock

O número de analfabetos no Brasil diminuiu 4,3% do ano de 2001 a 2014. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014, que é feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

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Entre os cidadãos com 15 anos ou mais, 8,3% ainda não sabem ler e escrever. No entanto, esse número representa, segundo o IBGE, uma redução de 2,5 milhões de pessoas analfabetas desta faixa etária, em relação ao ano de 2001.

Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o grande desafio é erradicar o índice de analfabetos maiores de 60 anos, que representam 23,1% do total de brasileiros que não conseguem ler e escrever. “O analfabetismo se concentra especialmente na população com mais de 60 anos e , sobretudo, na área rural, concentrado no Nordeste, no semiárido do Brasil”, disse o ministro em entrevista coletiva.

Para Mercadante, a grande dificuldade é estimular os trabalhadores pobres, já na terceira idade, a voltarem a estudar. Por outro lado, existe um grande avanço na alfabetização de jovens entre 15 e 19 anos, faixa etária que agora tem taxa de analfabetismo igual a 0,9%.

 

O analfabetismo no Brasil

O Nordeste ainda é a região com maior número de analfabetos no Brasil, apesar de ter registrado uma queda de 5,8% no índice de analfabetismo, indo de 22,4% para 16,6% da população. A região Norte ocupa o segundo lugar no ranking, com 9% de analfabetos. Também foi registrada uma queda de 4 pontos percentuais no índice.

 

Nas outras regiões também foi constada uma redução no índice. O Centro-Oeste passou de 9,2% para 6,5%; no Sudeste, foi registrada uma queda de 2 pontos percentuais, passando de 6,6% para 4,6%; por último, o Sul conseguiu reduzir seu número de analfabetos de 6,6% para 4,6%.

 

Além disso, também houve um aumento na média de anos de estudo, que passou de 6,5 para 7,7 anos, do ano de 2004 até 2014. As mulheres, segundo a pesquisa, estudam mais tempo do que os homens, com médias de 8 e 7 anos e meio, respectivamente.


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