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Em protesto, manifestantes ocupam 25 escolas em São Paulo

      
<p>Segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (16) pelo <strong>Sindicato dos Professores do Ensino Oficial no Estado de São Paulo (Apeoesp)</strong>, 25 escolas estaduais estão ocupadas por estudantes, em protesto à reorganização escolar prevista para o ano letivo de 2016.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Veja também:</strong></span><br/><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Brasil tem queda no índice de analfabetos, diz pesquisa href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/16/1133725/brasil-queda-indice-analfabetos-diz-pesquisa.html>» <strong>Brasil tem queda no índice de analfabetos, diz pesquisa</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Lei de Cotas garante 150 mil vagas a estudantes negros href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/16/1133752/lei-cotas-garantiu-150-mil-vagas-estudantes-negros.html>» <strong>Lei de Cotas garante 150 mil vagas a estudantes negros</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias de Educação href=https://noticias.universia.com.br/educacao>» <strong>Todas as notícias de Educação</strong></a></p><p> </p><p><strong><a title=Entenda a reorganização da rede estadual de São Paulo href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/10/15/1132457/entenda-reorganizacao-rede-estadual-paulo.html>O projeto de reorganização do ensino</a></strong>, que é uma proposta da <strong>Secretaria da Educação do Estado de São Paulo</strong>, prevê o fechamento de 94 escolas da rede pública estadual e a transferência de 311 mil alunos para outras escolas. Se principal objetivo é organizar os estudantes em unidades de ensino conforme seu ciclo escolar, que pode ser <strong>Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio</strong>.</p><p> </p><p>Em entrevista ao portal <strong>Universia Brasil</strong>, o dirigente regional de ensino professor Sandoval Cavalcante disse que a reestruturação visa, antes de qualquer coisa, “melhorar a qualidade de ensino no estado de São Paulo e não representa uma ameaça aos alunos, professores e gestores”.</p><p> </p><p>O dirigente também contou à reportagem que a mudança foi motivada por uma pesquisa da <strong><a title=Seade href=https://www.seade.gov.br/ target=_blank>Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade)</a></strong>, que constatou que escolas de ciclo único já existentes em São Paulo têm rendimento 10% maior do que aquelas com segmentos distintos. “A pesquisa também concluiu que, nos últimos 20 anos, o número de alunos da rede pública estadual diminuiu de, aproximadamente, 6 milhões para 4 milhões”, disse Cavalcante, para justificar o fechamento de unidades de ensino.</p><p> </p><p>Desde a última sexta-feira (13), o número de escolas ocupadas mais que triplicou, contemplando instituições da capital e também da Grande São Paulo.O <strong>Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST)</strong> também se juntou aos estudantes em apoio ao protesto, e já ocupa pelo menos quatro unidades na zona sul da capital paulista.</p><p> </p><p>Em nota, a Secretaria da Educação afirmou que está disposta a dialogar com os alunos e manifestantes e lamentou que grande parte das invasões sejam lideradas por movimentos que desconhecem as propostas da <strong>reorganização do ensino em São Paulo</strong>.</p>
Fonte: Shutterstock

Segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial no Estado de São Paulo (Apeoesp), 25 escolas estaduais estão ocupadas por estudantes, em protesto à reorganização escolar prevista para o ano letivo de 2016.

 

Veja também:

» Brasil tem queda no índice de analfabetos, diz pesquisa
» Lei de Cotas garante 150 mil vagas a estudantes negros
» Todas as notícias de Educação

 

O projeto de reorganização do ensino, que é uma proposta da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, prevê o fechamento de 94 escolas da rede pública estadual e a transferência de 311 mil alunos para outras escolas. Se principal objetivo é organizar os estudantes em unidades de ensino conforme seu ciclo escolar, que pode ser Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio.

 

Em entrevista ao portal Universia Brasil, o dirigente regional de ensino professor Sandoval Cavalcante disse que a reestruturação visa, antes de qualquer coisa, “melhorar a qualidade de ensino no estado de São Paulo e não representa uma ameaça aos alunos, professores e gestores”.

 

O dirigente também contou à reportagem que a mudança foi motivada por uma pesquisa da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), que constatou que escolas de ciclo único já existentes em São Paulo têm rendimento 10% maior do que aquelas com segmentos distintos. “A pesquisa também concluiu que, nos últimos 20 anos, o número de alunos da rede pública estadual diminuiu de, aproximadamente, 6 milhões para 4 milhões”, disse Cavalcante, para justificar o fechamento de unidades de ensino.

 

Desde a última sexta-feira (13), o número de escolas ocupadas mais que triplicou, contemplando instituições da capital e também da Grande São Paulo.O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) também se juntou aos estudantes em apoio ao protesto, e já ocupa pelo menos quatro unidades na zona sul da capital paulista.

 

Em nota, a Secretaria da Educação afirmou que está disposta a dialogar com os alunos e manifestantes e lamentou que grande parte das invasões sejam lideradas por movimentos que desconhecem as propostas da reorganização do ensino em São Paulo.


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