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Cursos online e redes sociais serão recursos mais usados por universidades

      
<p>O <strong><a title=Panorama Tecnológico NMC 2015 para Universidades Brasileiras href=https://cdn.nmc.org/media/2015-nmc-technology-outlook-brazilian-universities-PT.pdf target=_blank>Panorama Tecnológico NMC 2015 para Universidades Brasileiras</a></strong> é uma pesquisa feita em parceria pelo <strong>New Media Consortium (NMC)</strong> e a <strong>livraria Saraiva</strong>, e que tem como objetivo informar líderes do ensino superior sobre o uso de novas tecnologias em apoio ao ensino e à pesquisa acadêmica.<br/><br/></p><blockquote style=text-align: center;>Encontre o curso ideal para você <span style=text-decoration: underline;><a id=CURSOS class=enlaces_med_leads_formacion title=Encontre o curso ideal para você aqui href=https://cursos.universia.com.br/ target=_blank>aqui</a></span></blockquote><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Veja também:</strong></span><br/><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Aprenda sobre negócios com curso online e GRÁTIS oferecido pela USP href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/17/1133781/aprenda-sobre-negocios-curso-online-gratis-oferecido-usp.html>» <strong>Aprenda sobre negócios com curso online e GRÁTIS oferecido pela USP</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Aprenda inglês DE GRAÇA com 5 canais do YouTube href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/13/1133636/aprenda-ingles-graca-5-canais-youtube.html>» <strong>Aprenda inglês DE GRAÇA com 5 canais do YouTube</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias de Educação href=https://noticias.universia.com.br/educacao>» <strong>Todas as notícias de Educação</strong></a></p><p> </p><p>O estudo aponta um crescimento exponencial da <strong><a title=Estudantes que aprendem online têm melhor desempenho, diz estudo href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/12/1133633/estudantes-aprendem-online-melhor-desempenho-diz- estudo.html>integração entre o ensino tradicional e os recursos tecnológicos</a></strong> e prevê que, em um prazo de um ano, os cursos online, o uso de redes sociais e a publicação eletrônica de trabalhos, pesquisas e conteúdos ganharão força no mercado.</p><p> </p><p>Outras práticas, como a <em>Bring Your Own Device</em>, que estimula o aluno a <strong>usar seu próprio dispositivo eletrônico em classe</strong>, e a Sala de Aula Invertida, que transfere o protagonismo do professor para o aluno, serão realidade daqui há 2 ou 3 anos, segundo a pesquisa.</p><p> </p><p>Os pesquisadores fizeram um grande mapeamento online e offline, a partir do qual perceberam uma necessidade dos educadores brasileiros em garantir maior flexibilidade, criatividade e pensamento empreendedor dentro do ambiente acadêmico. A <strong>Universidade Federal da Bahia</strong>, por exemplo, já conta com três centros incubadores de inovação.</p><p> </p><p>Apesar dos avanços, o levantamento também identificou uma série de empecilhos e desafios para aplicação das novas experiências digitais. Por exemplo, a dificuldade em aceitar o novo modelo de individualização da aprendizagem, na qual cada estudante traça o seu próprio objetivo de estudos, e também a infraestrutura incipiente das instituições e a ausência ou precariedade de conhecimentos relativos à tecnologia na formação do professor.</p><p> </p><p><strong>Futuro da Educação</strong><br/><br/> Em longo prazo, o NMC projeta que o uso de equipamentos de realidade aumentada será dominante em sala de aula, possibilitando aos alunos uma aprendizagem muito mais interativa e prática.</p><p> </p><p>Um exemplo do que essa tecnologia pode fazer pela pesquisa e desenvolvimento tecnológico é o que está sendo aplicado pelo <strong>Grupo de Realidade Virtual e Aumentada da Universidade Federal de Uberlândia</strong>, que desenvolveu um programa de reabilitação de realidade virtual que ajuda pacientes pós-operadas de câncer de mama a retomarem a mobilidade completa de membros.</p>
Fonte: Shutterstock

O Panorama Tecnológico NMC 2015 para Universidades Brasileiras é uma pesquisa feita em parceria pelo New Media Consortium (NMC) e a livraria Saraiva, e que tem como objetivo informar líderes do ensino superior sobre o uso de novas tecnologias em apoio ao ensino e à pesquisa acadêmica.

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Veja também:

» Aprenda sobre negócios com curso online e GRÁTIS oferecido pela USP
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» Todas as notícias de Educação

 

O estudo aponta um crescimento exponencial da integração entre o ensino tradicional e os recursos tecnológicos e prevê que, em um prazo de um ano, os cursos online, o uso de redes sociais e a publicação eletrônica de trabalhos, pesquisas e conteúdos ganharão força no mercado.

 

Outras práticas, como a Bring Your Own Device, que estimula o aluno a usar seu próprio dispositivo eletrônico em classe, e a Sala de Aula Invertida, que transfere o protagonismo do professor para o aluno, serão realidade daqui há 2 ou 3 anos, segundo a pesquisa.

 

Os pesquisadores fizeram um grande mapeamento online e offline, a partir do qual perceberam uma necessidade dos educadores brasileiros em garantir maior flexibilidade, criatividade e pensamento empreendedor dentro do ambiente acadêmico. A Universidade Federal da Bahia, por exemplo, já conta com três centros incubadores de inovação.

 

Apesar dos avanços, o levantamento também identificou uma série de empecilhos e desafios para aplicação das novas experiências digitais. Por exemplo, a dificuldade em aceitar o novo modelo de individualização da aprendizagem, na qual cada estudante traça o seu próprio objetivo de estudos, e também a infraestrutura incipiente das instituições e a ausência ou precariedade de conhecimentos relativos à tecnologia na formação do professor.

 

Futuro da Educação

Em longo prazo, o NMC projeta que o uso de equipamentos de realidade aumentada será dominante em sala de aula, possibilitando aos alunos uma aprendizagem muito mais interativa e prática.

 

Um exemplo do que essa tecnologia pode fazer pela pesquisa e desenvolvimento tecnológico é o que está sendo aplicado pelo Grupo de Realidade Virtual e Aumentada da Universidade Federal de Uberlândia, que desenvolveu um programa de reabilitação de realidade virtual que ajuda pacientes pós-operadas de câncer de mama a retomarem a mobilidade completa de membros.


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