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Cursos online e redes sociais serão recursos mais usados por universidades

      
Fonte: Shutterstock

O Panorama Tecnológico NMC 2015 para Universidades Brasileiras é uma pesquisa feita em parceria pelo New Media Consortium (NMC) e a livraria Saraiva, e que tem como objetivo informar líderes do ensino superior sobre o uso de novas tecnologias em apoio ao ensino e à pesquisa acadêmica.

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O estudo aponta um crescimento exponencial da integração entre o ensino tradicional e os recursos tecnológicos e prevê que, em um prazo de um ano, os cursos online, o uso de redes sociais e a publicação eletrônica de trabalhos, pesquisas e conteúdos ganharão força no mercado.

 

Outras práticas, como a Bring Your Own Device, que estimula o aluno a usar seu próprio dispositivo eletrônico em classe, e a Sala de Aula Invertida, que transfere o protagonismo do professor para o aluno, serão realidade daqui há 2 ou 3 anos, segundo a pesquisa.

 

Os pesquisadores fizeram um grande mapeamento online e offline, a partir do qual perceberam uma necessidade dos educadores brasileiros em garantir maior flexibilidade, criatividade e pensamento empreendedor dentro do ambiente acadêmico. A Universidade Federal da Bahia, por exemplo, já conta com três centros incubadores de inovação.

 

Apesar dos avanços, o levantamento também identificou uma série de empecilhos e desafios para aplicação das novas experiências digitais. Por exemplo, a dificuldade em aceitar o novo modelo de individualização da aprendizagem, na qual cada estudante traça o seu próprio objetivo de estudos, e também a infraestrutura incipiente das instituições e a ausência ou precariedade de conhecimentos relativos à tecnologia na formação do professor.

 

Futuro da Educação

Em longo prazo, o NMC projeta que o uso de equipamentos de realidade aumentada será dominante em sala de aula, possibilitando aos alunos uma aprendizagem muito mais interativa e prática.

 

Um exemplo do que essa tecnologia pode fazer pela pesquisa e desenvolvimento tecnológico é o que está sendo aplicado pelo Grupo de Realidade Virtual e Aumentada da Universidade Federal de Uberlândia, que desenvolveu um programa de reabilitação de realidade virtual que ajuda pacientes pós-operadas de câncer de mama a retomarem a mobilidade completa de membros.



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