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Conheça 3 mitos da Lei de Cotas

      
<p>Na semana do <strong>feriado da Consciência Negra</strong>, assuntos relativos ao tema acabam virando discussão na mídia e na esfera pública. Talvez, um das questões mais polêmicas envolvendo a problemática seja a adoção de cotas sociorraciais pelas universidades públicas, que já é uma realidade no Brasil e ganhou força em 2012, com a instituição da Lei de Cotas.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Veja também:</strong></span><br/><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Lei de Cotas garante 150 mil vagas a estudantes negros href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/16/1133752/lei-cotas-garantiu-150-mil-vagas-estudantes-negros.html>» <strong>Lei de Cotas garante 150 mil vagas a estudantes negros</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Garota afegã passou 5 anos se vestindo de menino para poder estudar href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/18/1133829/garota-afega-passou-5-anos-vestindo-menino-poder- estudar.html>» <strong>Garota afegã passou 5 anos se vestindo de menino para poder estudar</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias de Educação href=https://noticias.universia.com.br/educacao>» <strong>Todas as notícias de Educação</strong></a></p><p> </p><p>Muitos já expressaram argumentos favoráveis e contrários à medida, que é vista por uns como uma muleta social e por outros como uma ferramenta eficaz de igualdade. Mas, antes de consolidar sua opinião sobre as cotas, você conhece bem a lei? Sabe como ela funciona?</p><p> </p><p>A seguir, veja 3 mitos sobre as cotas sociorraciais, de acordo com um levantamento do Portal do Brasil, do Governo Federal, tendo como base estudos do<strong> Laboratório de Políticas Públicas da Uerj</strong>, da <strong>UFMG</strong> e também da <strong>UnB</strong>.</p><p> </p><p><strong>1 – As cotas excluem e descriminam os brancos pobres </strong><br/><br/> Grande parte das cotas raciais são definidas de acordo com políticas de renda, além de existirem vantagens para os alunos que vieram de escolas públicas. No entanto, em algumas instituições, o critério racial ainda é o principal determinante pois, segundo o levantamento, “não se pode negar o grau histórico de exclusão das populações negras”, o que demanda uma ação mais incisiva.</p><p> </p><p><strong>2 – As cotas são injustas e rebaixam o nível da universidade </strong><br/><br/> Os vestibulares e concursos são apenas processos de seleção de candidatos e não garantem que os mais inteligentes e capazes consigam as vagas. <strong><a title=pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) href=https://www.ufmg.br/inclusaosocial/?p=53 target=_blank>Segundo uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)</a></strong>, divulgada em maio deste ano, os alunos cotistas têm desempenho acadêmico igual ou melhor do que o dos alunos selecionados pelo vestibular. No curso de Medicina, por exemplo, <strong>a nota dos cotistas é, em média, 50% maior</strong>. No curso de História, <strong>89% maior</strong>.</p><p> </p><p><strong>3 – A permanência dos alunos no curso diminui</strong><br/><br/> A pesquisa feita pela UFMG também apontou que os alunos selecionados por cotas desistem menos do curso universitário do que o restante. Para cada dois alunos que prestaram vestibular e desistiram da faculdade, apenas 1 aluno cotista faz o mesmo. <strong><a title=estudo de 2014 da Universidade de Brasília (UnB) href=https://www.unb.br/administracao/decanatos/deg/downloads/index/realtorio_sistema_cotas.pdf target=_blank>Um estudo de 2014 da Universidade de Brasília (UnB)</a></strong> sobre o efeito das cotas na universidade e a evasão do ensino superior também não encontrou diferença significativa entre os dois grupos.</p>
Fonte: Shutterstock

Na semana do feriado da Consciência Negra, assuntos relativos ao tema acabam virando discussão na mídia e na esfera pública. Talvez, um das questões mais polêmicas envolvendo a problemática seja a adoção de cotas sociorraciais pelas universidades públicas, que já é uma realidade no Brasil e ganhou força em 2012, com a instituição da Lei de Cotas.

 

Veja também:

» Lei de Cotas garante 150 mil vagas a estudantes negros
» Garota afegã passou 5 anos se vestindo de menino para poder estudar
» Todas as notícias de Educação

 

Muitos já expressaram argumentos favoráveis e contrários à medida, que é vista por uns como uma muleta social e por outros como uma ferramenta eficaz de igualdade. Mas, antes de consolidar sua opinião sobre as cotas, você conhece bem a lei? Sabe como ela funciona?

 

A seguir, veja 3 mitos sobre as cotas sociorraciais, de acordo com um levantamento do Portal do Brasil, do Governo Federal, tendo como base estudos do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj, da UFMG e também da UnB.

 

1 – As cotas excluem e descriminam os brancos pobres

Grande parte das cotas raciais são definidas de acordo com políticas de renda, além de existirem vantagens para os alunos que vieram de escolas públicas. No entanto, em algumas instituições, o critério racial ainda é o principal determinante pois, segundo o levantamento, “não se pode negar o grau histórico de exclusão das populações negras”, o que demanda uma ação mais incisiva.

 

2 – As cotas são injustas e rebaixam o nível da universidade

Os vestibulares e concursos são apenas processos de seleção de candidatos e não garantem que os mais inteligentes e capazes consigam as vagas. Segundo uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), divulgada em maio deste ano, os alunos cotistas têm desempenho acadêmico igual ou melhor do que o dos alunos selecionados pelo vestibular. No curso de Medicina, por exemplo, a nota dos cotistas é, em média, 50% maior. No curso de História, 89% maior.

 

3 – A permanência dos alunos no curso diminui

A pesquisa feita pela UFMG também apontou que os alunos selecionados por cotas desistem menos do curso universitário do que o restante. Para cada dois alunos que prestaram vestibular e desistiram da faculdade, apenas 1 aluno cotista faz o mesmo. Um estudo de 2014 da Universidade de Brasília (UnB) sobre o efeito das cotas na universidade e a evasão do ensino superior também não encontrou diferença significativa entre os dois grupos.


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