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Crianças hiperativas e com déficit de atenção sofrem mais bullying, diz estudo

      
<p>Segundo estudo da <strong>Universidade de Michigan, nos Estados Unidos</strong>, crianças que fazem uso de estimulantes para distúrbio de atenção e hiperatividade, o chamado <strong>TDHA</strong>, <strong><a title=Entender o bullying é mais eficiente do que punir, indica artigo href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/23/1133910/entender-bullying-eficiente-punir-indica-artigo.html>estão mais suscetíveis ao bullying do que as que não utilizam o medicamento</a></strong>.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Você pode ler também:</strong></span><br/><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Bullying homofóbico pode afetar futuro profissional dos alunos href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/25/1134102/bullying-homofobico-pode-afetar-futuro-profissional-alunos.html>» <strong>Bullying homofóbico pode afetar futuro profissional dos alunos</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Lei antibullying para escolas e clubes é sancionada href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/09/1133488/lei-antibullying-escolas-clubes-sancionada.html>» <strong>Lei antibullying para escolas e clubes é sancionada</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias de Educação href=https://noticias.universia.com.br/educacao>» <strong>Todas as notícias de Educação</strong></a></p><p> </p><p>Nos Estados Unidos, <strong>esses estimulantes são feitos à base da folha de Cannabis</strong>, popularmente conhecida como Maconha. Em alguns estados do país, a droga é legalizada para fins medicinais e geralmente prescrita para tratamento de problemas psicológicos, como déficit de atenção e ansiedade, e também estresse.</p><p> </p><p>A descoberta veio através de uma pesquisa feita com cerca de <strong>5.000 crianças em 5 escolas públicas americanas, durante 4 anos</strong>. Os psicólogos responsáveis pela investigação compararam alunos que utilizavam os estimulantes, com crianças que pararam o tratamento e também estudantes sem o diagnóstico.</p><p> </p><p>“Nós sabemos que esses estimulantes são amplamente usados pelos adolescentes norte-americanos, e que, muitas vezes, as receitas são compartilhadas com outros alunos que não têm nenhum tipo de distúrbio”, diz Quyen Epstein-Ngo, uma das psicólogas responsáveis pela pesquisa, em uma entrevista à revista TIMES, dos Estados Unidos. Segundo Quyen, houve relatos de <strong>alunos que tiveram sua medicação roubada ou que foram coagidos a entregar a receita</strong>.</p><p> </p><p>De acordo com a psicóloga, o principal motivo do bullying é a <strong>tentativa de fácil acesso às drogas por outros adolescentes</strong>, para uso recreativo. “Crianças com distúrbios de atenção e que têm a liberação para uso medicinal dos estimulantes são duas vezes mais visadas do que aquelas que não sofrem com o problema”, afirma a pesquisadora. Os jovens que compartilharam ou tiveram seu medicamento roubado nos últimos 12 meses estavam, segundo o estudo, mais de quatro vezes mais suscetíveis ao bullying.</p><p> </p><p>O TDHA é uma condição cada vez mais comum no mundo. Nos EUA, no período de 2003 a 2014, os casos relacionados a esse distúrbio aumentaram 40%. No Brasil, um estudo de 2015, feito em conjunto pela USP, UFRJ e UFRGS, indicou que <strong>o País gasta quase R$ 2 bilhões por ano com consequências do problema</strong>, como a falta de assistência às crianças e diagnóstico tardio do TDHA, que acabam aumentando o índice de repetentes nas escolas, por exemplo.</p>
Fonte: Shutterstock

Segundo estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, crianças que fazem uso de estimulantes para distúrbio de atenção e hiperatividade, o chamado TDHA, estão mais suscetíveis ao bullying do que as que não utilizam o medicamento.

 

Você pode ler também:

» Bullying homofóbico pode afetar futuro profissional dos alunos
» Lei antibullying para escolas e clubes é sancionada
» Todas as notícias de Educação

 

Nos Estados Unidos, esses estimulantes são feitos à base da folha de Cannabis, popularmente conhecida como Maconha. Em alguns estados do país, a droga é legalizada para fins medicinais e geralmente prescrita para tratamento de problemas psicológicos, como déficit de atenção e ansiedade, e também estresse.

 

A descoberta veio através de uma pesquisa feita com cerca de 5.000 crianças em 5 escolas públicas americanas, durante 4 anos. Os psicólogos responsáveis pela investigação compararam alunos que utilizavam os estimulantes, com crianças que pararam o tratamento e também estudantes sem o diagnóstico.

 

“Nós sabemos que esses estimulantes são amplamente usados pelos adolescentes norte-americanos, e que, muitas vezes, as receitas são compartilhadas com outros alunos que não têm nenhum tipo de distúrbio”, diz Quyen Epstein-Ngo, uma das psicólogas responsáveis pela pesquisa, em uma entrevista à revista TIMES, dos Estados Unidos. Segundo Quyen, houve relatos de alunos que tiveram sua medicação roubada ou que foram coagidos a entregar a receita.

 

De acordo com a psicóloga, o principal motivo do bullying é a tentativa de fácil acesso às drogas por outros adolescentes, para uso recreativo. “Crianças com distúrbios de atenção e que têm a liberação para uso medicinal dos estimulantes são duas vezes mais visadas do que aquelas que não sofrem com o problema”, afirma a pesquisadora. Os jovens que compartilharam ou tiveram seu medicamento roubado nos últimos 12 meses estavam, segundo o estudo, mais de quatro vezes mais suscetíveis ao bullying.

 

O TDHA é uma condição cada vez mais comum no mundo. Nos EUA, no período de 2003 a 2014, os casos relacionados a esse distúrbio aumentaram 40%. No Brasil, um estudo de 2015, feito em conjunto pela USP, UFRJ e UFRGS, indicou que o País gasta quase R$ 2 bilhões por ano com consequências do problema, como a falta de assistência às crianças e diagnóstico tardio do TDHA, que acabam aumentando o índice de repetentes nas escolas, por exemplo.


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