text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Estudantes criam aplicativo para empoderamento feminino

      
Fonte: Shutterstock

Duas estudantes universitárias criaram um aplicativo para promover o empoderamento da mulher no mercado de trabalho. As idealizadoras do Empowerlt são Brenda Miranda, estudante de Física do Instituto Federal Fluminense (RJ) e Marcela Alves, graduada em Ciência da Computação pela Faculdade Farias Brito (CE). As duas são ex-bolsistas da Arizona State University, pelo programa Ciências Sem Fronteiras (IsF).

 

Você pode ler também:

» 5 aplicativos para facilitar sua vida acadêmica
» Pesquisadores criam aplicativo de tradução para línguas indígenas
» Todas as notícias de Educação

 

A invenção das duas brasileiras rendeu uma indicação à competição global WVEF Tech Challenge, uma parceria da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Google, cujo objetivo é estimular a presença feminina nos negócios através de plataformas digitais. O aplicativo de Brenda e Marcela chegou a final, junto com outros quatro projetos da Costa Rica, Brasil, Quênia e Tailândia. Os quenianos acabaram levando o vencendo a competição, mas as brasileiras receberam menção honrosa pela iniciativa.

 

Empowerlt é uma plataforma digital que viabiliza a compra e venda de produtos e serviços fornecidos por mulheres empresárias. O aplicativo conta com chat, recurso para postagem de vídeos e perfil personalizado. " Nosso aplicativo foi desenvolvido para ajudar corporações a se conectarem com mulheres empresárias para fazerem negócios entre si. Permitimos que eles registrem seus negócios e façam o primeiro contato baseado nos resultados de buscas feitas por meio de alguns filtros específicos, como setores da indústria ou certificações da empresa", explica Brenda.

 

Agora, o próximo passo do projeto é possibilitar que a plataforma seja acessada em outros dispositivos e por uma diversidade maior de mulheres."Outras funcionalidades também foram pensadas para tornar o aplicativo acessível tanto para mulheres com regiões de difícil acesso à tecnologia 3G, quanto para deficientes visuais e auditivos", conclui a estudante.


Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.