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ONU e Malala pedem ajuda de US$ 1,4 bilhões para crianças sírias

      
Fonte: Shutterstock

Às vésperas da conferência de doadores de Londres, evento que reúne os principais chefes de estado e ministros de 30 países do mundo, várias ONG’s e agências vinculadas à Organização das Nações Unidas (ONU) pediram US$ 1,4 bilhões para dar às crianças sírias, que estejam refugiadas ou que ainda vivam em seu país, acesso à educação.

 

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O evento, que acontecerá nesta quinta-feira (4), tem como objetivo levantar fundos para combater crises humanitárias decorrentes dos conflitos na Síria e regiões adjacentes.

 

Malala Yousafzai, que ganhou o Nobel do paz por suas ações ligadas à educação de meninas no Paquistão, também está engajada na causa e deu uma declaração à agência internacional de notícias Reuters na tentativa de encorajar as doações. “Eu conheci muitas crianças sírias refugiadas e elas não saem da minha mente. Ao pensar que elas não poderão ir para a escola, fico chocada e indignada”, contou a ativista em entrevista à Reuters.

 

Malala completou sua declaração dizendo que os doadores podem, sim, ajudar e proteger esses menores. “Eles ainda não estão perdidos. Eles precisam de escolas, precisam de livros e de professores. Essa é a forma que podemos proteger o futuro da Síria”.

 

Em nota, as ONG’s da ONU também fizeram seu apelo, dizendo que o futuro das crianças e jovens sírios pode estar em perigo. Também foi mencionado que, após cinco anos de conflitos, 4 milhões de menores estão desamparados e sem estudar. Esse número contempla tanto as crianças que ainda vivem na Síria quanto os refugiados em países vizinhos, como Líbano e Jordânia.

 

As organizações também aproveitarão a reunião para pedir que os governos internacionais pressionem com mais firmeza as partes envolvidas no conflito, para que os ataques a escolas parem de acontecer na Síria.


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