text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Quase 20% dos alunos da rede pública rejeitam colegas trans, gays e travestis

      
Fonte: Shutterstock

A pesquisa “Juventudes na Escola, Sentidos e Buscas: Por que frequentam?”, realizada em diversos estados brasileiros, apontou que 19,3% dos alunos de escolas públicas não gostariam de ter um colega de classe homossexual, transexual, transgênero ou travesti. Além disso, 52,5% dos entrevistados disse ser contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

 

Você pode ler também:

» Aluna transexual é proibida de usar vestiário feminino em escola dos EUA
» Levará mais de um século para as mulheres alcançarem os homens no mercado de trabalho
» Todas as notícias de Educação

 

O levantamento foi administrado pela socióloga Miriam Abramovay, com apoio da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso-Brasil), a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação (OEI) e o MEC (Ministério da Educação). Ao todo, foram entrevistados para a pesquisa 8.283 estudantes, que tinham entre 15 e 29 anos do ano letivo de 2013.

 

O estudo também mostrou que os travestis, transexuais, transgêneros e homossexuais só são menos rejeitados pelos colegas do que alunos que atrapalham a aula com bagunça (41,4%) e os que gostam de bajular os professores.

 

Homens X Mulheres

Segundo a pesquisa, os homens manifestaram mais preconceito em relação ao grupo do que as mulheres entrevistadas, que, por sua vez, demonstraram maior rejeição a estudantes que já estiveram presos. Eles, por outro lado, preferem ter colegas ex-presidiários (4,4%) a travestis (11,2%).


Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.