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Filhos de imigrantes têm melhor desempenho escolar, diz estudo da OCDE

      
<p>Após a polêmica entrada massiva de refugiados em países da Europa e América, um estudo da <strong>Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)</strong> apontou que os filhos de imigrantes são mais ambiciosos e esforçados, <strong><a title=Refugiados poderão aprender português de graça href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/30/1134240/refugiados-poderao-aprender-portugues-graca.html>fazendo com que tenham um melhor desempenho nas atividades escolares</a></strong>, quando comparados aos outros colegas de sala.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Você pode ler também:</strong></span><br/><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Abraço Cultural tem refugiados como professores de idiomas href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/02/18/1136519/abraco-cultural-refugiados-professores-idiomas.html>» <strong>Abraço Cultural tem refugiados como professores de idiomas</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Garota afegã passou 5 anos se vestindo de menino para poder estudar href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/18/1133829/garota-afega-passou-5-anos-vestindo-menino-poder-estudar.html>» <strong>Garota afegã passou 5 anos se vestindo de menino para poder estudar</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias de Educação href=https://noticias.universia.com.br/educacao>» <strong>Todas as notícias de Educação</strong></a></p><p> </p><p>No ano de 1954, os Estados Unidos abriram as portas para um imigrante sírio que, mais tarde, se tornaria pai de um dos maiores e mais criativos empreendedores do país: <strong>Steve Jobs</strong>. O filho de imigrante revolucionou a indústria dos filmes, da música e da tecnologia nos EUA.</p><p> </p><p>Nos EUA, o desempenho dos estudantes imigrantes com as notas mais altas é igual ou superior ao dos melhores alunos que moram em seus países de origem, segundo o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Em outros 13 países, como o Reino Unido os resultados permanecem, tendo os imigrantes com um desempenho superior a 10 pontos.</p><p> </p><p>Segundo a pesquisa, uma explicação possível é, que após as dificuldades da migração, os imigrantes <strong>se tornem ainda mais determinados</strong> a aproveitar qualquer oportunidade que surja em suas vidas. Eles também são mais dispostos a enfrentar desafios acadêmicos e a responder questões mais difíceis em exames.</p><p> </p><p>Além disso, em países como Bélgica, Alemanha e Hungria, os pais desses imigrantes também os encorajam mais a buscarem por <strong>melhores resultados escolares</strong> e a conquistarem uma <strong>vaga no ensino superior</strong>. O curioso é que as famílias de imigrantes e refugiados tendem a ser mais pobres do que as famílias que sempre moraram no país e, mesmo nessas condições, mantêm as expectativas altas quando o assunto é o futuro acadêmico e profissional de seus herdeiros.</p>
Fonte: Shutterstock

Após a polêmica entrada massiva de refugiados em países da Europa e América, um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontou que os filhos de imigrantes são mais ambiciosos e esforçados, fazendo com que tenham um melhor desempenho nas atividades escolares, quando comparados aos outros colegas de sala.

 

Você pode ler também:

» Abraço Cultural tem refugiados como professores de idiomas
» Garota afegã passou 5 anos se vestindo de menino para poder estudar
» Todas as notícias de Educação

 

No ano de 1954, os Estados Unidos abriram as portas para um imigrante sírio que, mais tarde, se tornaria pai de um dos maiores e mais criativos empreendedores do país: Steve Jobs. O filho de imigrante revolucionou a indústria dos filmes, da música e da tecnologia nos EUA.

 

Nos EUA, o desempenho dos estudantes imigrantes com as notas mais altas é igual ou superior ao dos melhores alunos que moram em seus países de origem, segundo o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Em outros 13 países, como o Reino Unido os resultados permanecem, tendo os imigrantes com um desempenho superior a 10 pontos.

 

Segundo a pesquisa, uma explicação possível é, que após as dificuldades da migração, os imigrantes se tornem ainda mais determinados a aproveitar qualquer oportunidade que surja em suas vidas. Eles também são mais dispostos a enfrentar desafios acadêmicos e a responder questões mais difíceis em exames.

 

Além disso, em países como Bélgica, Alemanha e Hungria, os pais desses imigrantes também os encorajam mais a buscarem por melhores resultados escolares e a conquistarem uma vaga no ensino superior. O curioso é que as famílias de imigrantes e refugiados tendem a ser mais pobres do que as famílias que sempre moraram no país e, mesmo nessas condições, mantêm as expectativas altas quando o assunto é o futuro acadêmico e profissional de seus herdeiros.


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