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Grafeno, material “mais forte” do mundo, ganha centro de pesquisas no Brasil

      
Fonte: Shutterstock

Na terça-feira (2), foi lançado, em São Paulo, o primeiro Centro Privado de Pesquisas Avançadas em Grafeno da América Latina, o MackGraphe. O projeto é uma iniciativa do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) e da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), que, nos últimos dois anos, investiu R$ 100 milhões em pesquisas sobre o tema.

 

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O grafeno é uma das formas do carbono encontradas na natureza, como o diamante e o grafite. Além de sua altíssima resistência, que o torna cerca de 100 vezes mais forte que o aço, o grafeno é o material mais leve e maleável já encontrado e conduz eletricidade melhor do que o cobre. Ele também é transparente, flexível e extremamente fino.

 

Essas características fazem com que a substância possa ter diversas aplicações em nanotecnologia, seja nas áreas da saúde, tecnologia ou engenharia. As possibilidades de uso do grafeno renderam um boom de pesquisas sobre o tema, sendo que uma delas rendeu o Prêmio Nobel de Física de 2010 aos cientistas Andre Geim e Konstantin Novoselov. O objetivo do centro MackGraph é aprofundar as pesquisas nas propriedades do material, na tentativa de descobrir novas funções e aplicações.

 

O escopo do projeto ainda contempla o lançamento de um prédio de sete andares e mais de quatro mil metros quadrados, no campus Higienópolis, onde 15 pesquisadores irão trabalhar nos projetos envolvendo a substância e outros nanomateriais.


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