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É possível conciliar empreendedorismo e universidade; veja como

      
Fonte: Shutterstock
O que Bill Gates, Mark Zuckerberg e Steve Jobs têm em comum? Além de terem acumulado fortunas milionárias com seus negócios, os três empresários do ramo da tecnologia resolveram apostar todas as fichas no empreendedorismo e deixaram o curso universitário de lado. Jobs largou a Reed University, em Portland, nos EUA, e Gates e Zuckerberg desistiram da toda poderosa Harvard University, em Cambridge, também nos Estados Unidos.

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Quando jovens universitários começam a contar os zeros das contas bancárias desses e outros empresários que desistiram do curso superior, pode parecer bastante tentador deixar a graduação de lado e mergulhar de cabeça na ideia de um negócio próprio. No entanto, é preciso ter em mente que esses são casos isolados de sucesso, protagonizados por verdadeiros prodígios em suas áreas de atuação.

Além disso, o conhecimento e a bagagem adquiridos na universidade podem, sim, fazer a diferença na hora de empreender. Não há um ambiente melhor do que o campus para ter boas ideias, compartilhar experiências, começar parcerias e fazer o bom e velho networking com os professores e alunos mais seniores.

A seguir, confira 3 motivos para conciliar a universidade e o desejo de empreender:

1. Investimentos
Você tem uma boa ideia, sabe como executá-la, tem paixão e vontade de trabalhar, mas não conseguiu os recursos financeiros necessários para dar o start no seu novo negócio. Dentro da universidade, no entanto, esse cenário pode ser um pouco diferente, já que muitas instituições contam com bolsas de fomento à pesquisa e projetos, além de incubadoras de startups e oficinas de empreendedorismo. Além disso, muitas organizações oferecem prêmios para iniciativas acadêmicas promissoras e se dispõem a investir nessas ideias.

2. Mentoria e apoio
É comum que empresários recém-chegados no mercado busquem por empresas e profissionais especializados em realizar a chamada mentoria. Essa prática vem se tornando cada vez mais comum entre os novos empreendedores, que desejam aplicar conselhos de consultorias ou companhias mais experientes em seus próprios negócios. Dentro da universidade, os docentes poderão exercer esse papel, analisando o projeto desde sua fase embrionária e participando ativamente da execução da ideia. A vantagem de ter um professor como mentor é a relação mais íntima e informal, além da paciência, dedicação e cuidado que ele terá com seu projeto.

3. Ter a chance de errar
Quem desiste do curso superior e coloca todas as suas expectativas em um novo negócio cria dentro de si a responsabilidade de não falhar. A vantagem de se manter na universidade enquanto aposta em um projeto empreendedor é ter a tranquilidade de poder errar, fazer melhorias no planejamento e encarar tudo isso como parte do aprendizado.

Case de sucesso
Desde 2013, os alunos de graduação da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP) contam com um espaço multidisciplinar e aberto para a realização dos mais diversos tipos de trabalho. O InovaLab@POLI foi inspirado em iniciativas de universidades internacionais, como a Stanford University, que conta com um laboratório totalmente voltado para a inovação e criação de projetos.

O espaço conta com uma série de equipamentos, como softwares, impressoras 3D e ferramentas, que podem ser usados livremente pelos alunos. A ideia é utilizar o espaço como uma forma de incentivar a prototipagem de ideias, o trabalho em equipe e, sem dúvida, a criação de novos negócios.


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