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5 características surpreendentes das maiores mentes do mundo

      
Fonte: Shutterstock
Ouvindo sobre os grandes feitos realizados no momento ou sobre as grandes conquistas de humanos no passado, é inevitável que surja a pergunta: “será que eu poderia fazer aquilo?”. A resposta varia. Talvez não exatamente desse jeito, talvez não agora ou talvez não dentro de vários anos. Mas a possibilidade de fazer coisas grandes está dentro de todos nós. Na lista a seguir estão 5 características que, surpreendentemente, estão em algumas das maiores mentes do mundo. Confira: 


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1. Uma obsessão clínica pela sua área
As grandes mentes não têm apenas um interesse passageiro pelas suas áreas. Pessoas como Charles Dickens, Nikola Tesla, Michelangelo e Beethoven têm uma coisa em comum: acredita-se que todos tinham TOC (transtorno obsessivo compulsivo). Isso significa que gênios frequentemente fazem um equilíbrio tênue entre paixão e obsessão (o que não necessariamente é uma boa ideia).


2. Uma crença intensa num propósito maior
Acreditar em algo pode levar alguém a atingir grandes coisas. Alexander Graham Bell, por exemplo, foi guiado pela sua vontade de dar audição à sua mãe surda. Isso o levou a ser um dos maiores inventores do seu tempo.


3. O foco de um monge
Quando gênios se focam nada é capaz de distraí-los. Eles são capazes de criar objetivos e se manter neles. Steve Jobs é um exemplo de alguém que tinha um grande foco. Ele foi influenciado pelo budismo zen, e um dos seus mantras é “foco e simplicidade”. Ele não deixou que críticas se colocassem no caminho das suas ideias, e nem que a demissão da empresa que ele mesmo construiu o abalasse. Jobs se manteve focado o suficiente para construir a Apple que nós conhecemos hoje.


4. Uma curiosidade infantil
Crianças são capazes de absorver tudo como esponjas. Em parte, porque os seus cérebros ainda estão crescendo. Mas também porque elas ainda não foram condicionadas a deixar a curiosidade para trás. O poeta Charles Baudelaire disse que a genialidade nada mais é do que a infância capturada voluntariamente. Quando se observa o mundo pelos olhos de uma criança, ficam evidentes conexões que os adultos talvez não sejam capazes de perceber.


5. Eles sempre possuem um caderno consigo
As grandes mentes escrevem suas ideias no papel. Isso permite que elas sejam refinadas, separa as boas ideias das não tão boas e acalma as tendências de que a mistura de ideias leve a uma neurose. Richard Wiseman explica de uma perspectiva psicológica porque isso funciona no seu livro “59 Segundos”: “pensar e escrever são duas coisas diferentes. Pensamentos podem ser desorganizados, caóticos e desestruturados. Em contraste, a escrita encoraja a criação de uma linha de raciocínio e estrutura, o que ajuda as pessoas a atribuírem sentido ao acontecido e trabalhar numa solução. Resumidamente, falar pode ajudar a confundir, mas escrever oferece uma abordagem sistemática da ideia”.

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