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Let's Talk: é mais fácil aprender idiomas quando já se é bilíngue?

      
Estudos feitos por Cenoz & Valencia; Swain, Lapkin, Rowen & Hart afirmam que <strong>o bilinguismo tem um efeito positivo na aquisição de um outro idioma</strong>, mas não existe nenhum estudo ciêntifico que comprove que é mais fácil aprender idiomas quando já se é bilíngue. <p></p><p><span style=color: #333333;><strong>Veja também:</strong></span><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/tag/coluna-Lets-talk/ title=Siga a coluna Let's Talk>» <strong>Siga a coluna Let's Talk</strong></a></p><p>A primeira vantagem é o desenvolvimento de estratégias. Se você aprendeu um segundo idioma, você descobriu as estratégias que melhor funcionam para você. “A mente do bilíngue está em frequente questionamento, pois a escolha é feita ininterruptamente para selecionar o idioma a ser usado. Isso fortalece o cérebro na sua função de execução. ”, explica Ellen Bialystok, da Universidade de York, no Reino Unido.</p><p>Outras vantagens:</p><p>• Nossa mente se acostuma a <strong>solucionar problemas com menos nervosismo</strong>;</p><p>• O aprendizado de novas culturas melhora significantemente o <strong>poder de comunicação e negociação</strong>;</p><p>• Desenvolvimento de uma <strong>melhor compreensão auditiva</strong>.</p><p>Pesquisas mostram que aprendizes que são alfabetizados em pelo menos dois idiomas possuem conhecimento metalinguístico, que os permite fazer comparações e gerar hipóteses criativas.</p><p>Outro benefício potencial são as similaridades linguísticas, pois ao utilizar nosso conhecimento prévio, temos <strong>mais facilidade no processo de transferência para o outro idioma</strong>.</p><p>Porém, nem todas as semelhanças que percebemos são reais. Muitas vezes fazemos conexões erradas, como por exemplo a utilização de falsos cognatos. Muitos situações engraçadas são colocadas como exemplos dessas transferências negativas.</p><p>Quando um terceiro idioma é introduzido verificamos que o segundo idioma também tem um papel importante no aprendizado. O que acontece é que usamos no terceiro idioma generalizações do segundo idioma mais frequentemente do que do primeiro. Técnicas de neuroimagem buscam obter informações de atividade cerebral para comprovar a habilidade cognitiva. Nosso segundo idioma, como o primeiro, influencia positiva e negativamente o processo de aprendizado do terceiro, e o segundo e terceiro idioma influenciam o primeiro.</p><p>Para dominar qualquer língua estrangeira precisamos nos <strong>expor e praticar fisicamente essa nova língua</strong>. É como quando você inicia na academia e, ao acompanhar o instrutor fazendo abdominais, pensa: “Hum, não é assim tão difícil! ”. Mas depois de arriscar alguns abdominais, pensamos, “Hum, preciso trabalhar esses músculos! ”.</p><p>A língua é um músculo, então vamos falar e escrever de maneira criativa, repetidamente. Só assim atingiremos nossos objetivos!<br/><br/></p><p><img src=https://noticias.universia.com.br/net/images/educacion/r/ro/rod/rodape-novo.jpg alt=width=undefined height=undefined style=display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;/></p>
Fonte: Shutterstock
Estudos feitos por Cenoz & Valencia; Swain, Lapkin, Rowen & Hart afirmam que o bilinguismo tem um efeito positivo na aquisição de um outro idioma, mas não existe nenhum estudo ciêntifico que comprove que é mais fácil aprender idiomas quando já se é bilíngue.

Veja também:
» Siga a coluna Let's Talk

A primeira vantagem é o desenvolvimento de estratégias. Se você aprendeu um segundo idioma, você descobriu as estratégias que melhor funcionam para você. “A mente do bilíngue está em frequente questionamento, pois a escolha é feita ininterruptamente para selecionar o idioma a ser usado. Isso fortalece o cérebro na sua função de execução. ”, explica Ellen Bialystok, da Universidade de York, no Reino Unido.

Outras vantagens:

• Nossa mente se acostuma a solucionar problemas com menos nervosismo;

• O aprendizado de novas culturas melhora significantemente o poder de comunicação e negociação;

• Desenvolvimento de uma melhor compreensão auditiva.

Pesquisas mostram que aprendizes que são alfabetizados em pelo menos dois idiomas possuem conhecimento metalinguístico, que os permite fazer comparações e gerar hipóteses criativas.

Outro benefício potencial são as similaridades linguísticas, pois ao utilizar nosso conhecimento prévio, temos mais facilidade no processo de transferência para o outro idioma.

Porém, nem todas as semelhanças que percebemos são reais. Muitas vezes fazemos conexões erradas, como por exemplo a utilização de falsos cognatos. Muitos situações engraçadas são colocadas como exemplos dessas transferências negativas.

Quando um terceiro idioma é introduzido verificamos que o segundo idioma também tem um papel importante no aprendizado. O que acontece é que usamos no terceiro idioma generalizações do segundo idioma mais frequentemente do que do primeiro. Técnicas de neuroimagem buscam obter informações de atividade cerebral para comprovar a habilidade cognitiva. Nosso segundo idioma, como o primeiro, influencia positiva e negativamente o processo de aprendizado do terceiro, e o segundo e terceiro idioma influenciam o primeiro.

Para dominar qualquer língua estrangeira precisamos nos expor e praticar fisicamente essa nova língua. É como quando você inicia na academia e, ao acompanhar o instrutor fazendo abdominais, pensa: “Hum, não é assim tão difícil! ”. Mas depois de arriscar alguns abdominais, pensamos, “Hum, preciso trabalhar esses músculos! ”.

A língua é um músculo, então vamos falar e escrever de maneira criativa, repetidamente. Só assim atingiremos nossos objetivos!


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