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ENEM 2016: primeiras edições da prova eram mais fáceis

      
<blockquote style=text-align: center;><a href=https://www.universiaenem.com.br/ class=enlaces_med_registro_universia title=nosso guia target=_blank id=REGISTRO USUARIOS rel=nofollow>Universia Enem</a>: conheça a plataforma digital e gratuita de estudos para o Enem</blockquote><p>No ano de 1998, os estudantes brasileiros se preparavam para fazer <strong>a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)</strong>. Naquela época, o exame contou com pouco mais de 157 mil inscritos e era utilizado para avaliar os conhecimentos dos alunos do ensino médio, com o objetivo de entender as deficiências de conhecimento e propor melhorias para a educação. A partir de 2009, o Enem se transformou em um <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/10/13/1132229/entenda-estudar-enem-cada-vez-importante.html title=Entenda por que estudar para o Enem é cada vez mais importante>processo seletivo para o ingresso no ensino superior público do País</a>.</p><p></p><p><span style=color: #333333;><strong>Leia também:</strong></span><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/tag/not%C3%ADcias-enem-2016 title=Todas as dicas de estudo para o Enem 2016>» <strong>Todas as dicas de estudo para o Enem 2016</strong></a></p><p>Ao longo de sua existência, <strong>a prova do Enem passou por diversas mudanças</strong> e a cada nova edição os professores e educadores não hesitam em dizer que o exame está se tornando cada vez mais específico e conteudista, se aproximando, inclusive, dos vestibulares de tradicionais instituições de ensino, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p><p>No início, quando ainda não era um mecanismo de seleção, a prova era realizada em um único dia (domingo) e os candidatos precisavam responder a 63 questões de múltipla escolha e <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/10/11/1144449/saiba-enem-2016-quer-redacao.html title=Saiba o que o ENEM 2016 quer na sua redação>produzir uma redação dissertativa</a>. Depois de 2009, com a gestão do então ministro da Educação Fernando Haddad, a prova foi reformulada e ganhou uma nova cara. Com um total de 180 questões de múltipla escolha e uma redação, o exame passou a ser realizado em dois dias (sábado e domingo).</p><p><strong>MUDANÇAS NAS PROVAS DO ENEM</strong></p><p>No ano passado, alunos e professores disseram à Universia Brasil que <strong>o Enem 2015 foi um dos mais difíceis de toda a série histórica da prova</strong>. “Nesse ano, as perguntas estavam mais sofisticadas”, disse Daniel Gomes de Carvalho, professor de história do Poliedro.</p><p>Em entrevista ao <a href=https://www.uol.com.br/ title=Portal Uol target=_blank>Portal Uol</a>, o gerente pedagógico do Sistema pH, do Rio de Janeiro, e participante do Enem de 1999, Fabrício Cortezi, lembra que saiu muito cansado da prova, apesar de ela ter sido aplicada em somente uma tarde. “Hoje essa característica está bem mais intensa”, disse o educador, salientando que <strong>as questões estão mais complexas e com maior exigência de conteúdo</strong>.</p><p>Com o passar dos anos, as questões começaram, gradativamente, a apresentar um conteúdo mais complexo, mesmo quando a avaliação ainda não funcionava como processo seletivo. No entanto, algumas instituições já <strong>aceitavam o resultado da prova como uma espécie de auxílio</strong> para anota do candidato aos seus vestibulares.</p><p>Hoje, apesar de não ser considerado de fato um vestibular, o Enem já ganhou estrutura de uma prova desse tipo e se transformou na <strong>porta de entrada para as universidades e institutos federais do País</strong>, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).</p><p><strong>NOVO ENSINO MÉDIO, NOVO ENEM</strong></p><p>As mudanças propostas por meio de medida provisória (MP) para uma <strong>reformulação do ensino médio brasileiro</strong> podem impactar em mais <a href=https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/09/27/1144034/novo-ensino-medio-pode-gerar-vestibulares-exigentes.html title=Novo ensino médio pode gerar vestibulares mais exigentes>novidades para as próximas edições do Enem</a>. A MP modifica a Leia de Diretrizes e Bases da Educação, incluindo mudanças como ensino em tempo integral, obrigatoriedade do ensino de português, matemática e inglês e a possibilidade de direcionar os estudos para cinco possíveis áreas: matemática, linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e formação profissionalizante.</p><p>Ao UOL, Fabrício Cortezi também disse que o futuro do exame é incerto, pois ainda não há nenhuma definição sobre como será o ensino médio nos próximos anos. Como o conteúdo da prova segue a <strong>Base Nacional Comum Curricular</strong> e a reformar prevê mudanças nesse documento, consequentemente, o Enem também pode ter cara nova em suas edições futuras.</p>
Fonte: Shutterstock
Universia Enem: conheça a plataforma digital e gratuita de estudos para o Enem

No ano de 1998, os estudantes brasileiros se preparavam para fazer a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Naquela época, o exame contou com pouco mais de 157 mil inscritos e era utilizado para avaliar os conhecimentos dos alunos do ensino médio, com o objetivo de entender as deficiências de conhecimento e propor melhorias para a educação. A partir de 2009, o Enem se transformou em um processo seletivo para o ingresso no ensino superior público do País.

Leia também:
» Todas as dicas de estudo para o Enem 2016

Ao longo de sua existência, a prova do Enem passou por diversas mudanças e a cada nova edição os professores e educadores não hesitam em dizer que o exame está se tornando cada vez mais específico e conteudista, se aproximando, inclusive, dos vestibulares de tradicionais instituições de ensino, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

No início, quando ainda não era um mecanismo de seleção, a prova era realizada em um único dia (domingo) e os candidatos precisavam responder a 63 questões de múltipla escolha e produzir uma redação dissertativa. Depois de 2009, com a gestão do então ministro da Educação Fernando Haddad, a prova foi reformulada e ganhou uma nova cara. Com um total de 180 questões de múltipla escolha e uma redação, o exame passou a ser realizado em dois dias (sábado e domingo).

MUDANÇAS NAS PROVAS DO ENEM

No ano passado, alunos e professores disseram à Universia Brasil que o Enem 2015 foi um dos mais difíceis de toda a série histórica da prova. “Nesse ano, as perguntas estavam mais sofisticadas”, disse Daniel Gomes de Carvalho, professor de história do Poliedro.

Em entrevista ao Portal Uol, o gerente pedagógico do Sistema pH, do Rio de Janeiro, e participante do Enem de 1999, Fabrício Cortezi, lembra que saiu muito cansado da prova, apesar de ela ter sido aplicada em somente uma tarde. “Hoje essa característica está bem mais intensa”, disse o educador, salientando que as questões estão mais complexas e com maior exigência de conteúdo.

Com o passar dos anos, as questões começaram, gradativamente, a apresentar um conteúdo mais complexo, mesmo quando a avaliação ainda não funcionava como processo seletivo. No entanto, algumas instituições já aceitavam o resultado da prova como uma espécie de auxílio para anota do candidato aos seus vestibulares.

Hoje, apesar de não ser considerado de fato um vestibular, o Enem já ganhou estrutura de uma prova desse tipo e se transformou na porta de entrada para as universidades e institutos federais do País, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

NOVO ENSINO MÉDIO, NOVO ENEM

As mudanças propostas por meio de medida provisória (MP) para uma reformulação do ensino médio brasileiro podem impactar em mais novidades para as próximas edições do Enem. A MP modifica a Leia de Diretrizes e Bases da Educação, incluindo mudanças como ensino em tempo integral, obrigatoriedade do ensino de português, matemática e inglês e a possibilidade de direcionar os estudos para cinco possíveis áreas: matemática, linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e formação profissionalizante.

Ao UOL, Fabrício Cortezi também disse que o futuro do exame é incerto, pois ainda não há nenhuma definição sobre como será o ensino médio nos próximos anos. Como o conteúdo da prova segue a Base Nacional Comum Curricular e a reformar prevê mudanças nesse documento, consequentemente, o Enem também pode ter cara nova em suas edições futuras.


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