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Mulheres recebem 24% a menos que os homens no Brasil

      
Elas receberam, em média, 76,1% do rendimento dos homens em 2015
Elas receberam, em média, 76,1% do rendimento dos homens em 2015  |  Fonte: Shutterstock

Apesar de as mulheres possuírem mais tempo de estudo do que os homens – 8 anos contra 7,6 anos – a discrepância no mercado de trabalho ainda persiste. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), elas recebem 24% a menos do que os homens no Brasil.

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De acordo com o estudo, o rendimento médio mensal real dos homens acima de 15 anos foi de R$ 2.058, enquanto o das mulheres foi de R$ 1.567. Isso significa que elas receberam, em média, 76,1% do rendimento dos homens em 2015. Aumento de 1,6 ponto percentual em relação a 2014, mas ainda extremamente desigual.

Segundo o PNAD, em 2015, 22% dos homens ocupados receberam até um salário mínimo, tal percentual é de 30,4% entre as mulheres. Também havia mais mulheres ocupadas sem rendimento ou com apenas benefícios: 8,5% contra 4,5% dos homens.

Dentro da população desocupada – desempregada, mas à procura de emprego – 53,6% eram mulheres. Elas também são maioria na taxa de desocupação – relação entre pessoas empregadas e a população economicamente ativa – 11,7%. O nível de ocupação dos homens chegou a 70,2% em 2015 contra 48% das mulheres.



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