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“Realizei um sonho que eu não sabia que tinha”. Conheça a experiência de quem foi estudar na Austrália

      
“Realizei um sonho que eu não sabia que tinha”. Conheça a experiência de quem foi estudar na Austrália e saiba como é viver no país
“Realizei um sonho que eu não sabia que tinha”. Conheça a experiência de quem foi estudar na Austrália e saiba como é viver no país  |  Fonte: Larissa Marcal
Acompanhe tudo sobre a Expo Educação Austrália e Nova Zelândia e fique por dentro

Estudar fora, no geral, é o sonho de muitas pessoas. Seja para aprender algum idioma, ter a experiência de viver em outro país ou cursar alguma graduação ou extensão, há quem passe a vida buscando essa oportunidade. E há quem descobre que sempre teve esse desejo e nem sabia. Esse foi o caso da Marília Ribeiro. Estudante em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, ela nunca havia pensado em fazer um intercâmbio, em especial para a Austrália, mas decidiu se arriscar e passar um ano na terra dos cangurus aprimorando o inglês. O resultado? Uma das melhores experiências de sua vida.

Foi a convite do namorado que a estudante decidiu começar a pesquisar sobre intercâmbios. “Ele foi antes de mim, estava lá três meses antes de mim [o namorado de Marília foi estudar Engenharia por meio do Ciências Sem Fronteiras] e ele já tinha me falado mais ou menos como era. Eu nunca tinha pensado em estudar fora, mas foi a melhor coisa que eu fiz”, conta.

A presença do namorado, aliás, ajudou muito no processo de adaptação. Por mais receptiva a estrangeiros que a cultura australiana seja, é muito comum que alguns jovens que vão para lá sintam-se sozinhos durante algum período. Por isso, buscar atividades fora da escola e dividir a casa com outros estudantes pode ajudar. Marília, inclusive, por conta disso, teve mais contado com pessoas de outras nacionalidades do que com os próprios australianos. “Tive mais experiência com pessoas de outros países. Mas eles [os australianos] são da pá virada e são muito receptivos”.

Ela conta que, apesar de algumas dificuldades, especialmente na hora de encontrar o primeiro emprego em terras estrangeiras, o país é receptivo. “Eu senti gente discriminando por eu ser estudante de outro país, principalmente na procura de emprego. Quando eles veem que o seu inglês é mais ou menos eles pensam ‘ah, essa daqui não tem muito o que acrescentar’. Mas o que muda é a proporção. A proporção que me recebeu bem foi muito maior do que a que me recebeu mal”.

Marília conta que a dificuldade mesmo está sendo se readaptar ao Brasil. “Uma diferença muito grande é a cultura do machismo. Lá eu podia sair com os shorts que fosse e ninguém olhava, buzinava, nada. Era só mais uma pessoa ali. Eles te respeitam do jeito que você é, são muito tranquilos. Eu podia sair de noite, de dia, não importa como eu estaria na rua, eu seria respeitada”, diz.

Das cidades que pode conhecer, Brisbane ganhou o posto de preferida. “Brisbane tem o meu coração. Eu visitei Sidney, visitei Melbourne, mas Brisbane dá de dez a zero. Em questão de moradia, principalmente. Porque Sidney e Melbourne são bonitas, mas são cidades turísticas. Então, tem mais sujeira, os ônibus são mais precários. Aliás, tem ônibus em Porto Alegre que são melhores que os de Melbourne porque os de lá são horríveis”.

Para quem tem dúvidas ou receios, o conselho da estudante é direto: vá. “Nunca passou pela minha cabeça sair do Brasil. A Austrália nunca foi um país que eu pensava em conhecer. E eu nunca pensei que seria tão fácil. É fácil. É caro, mas é fácil. Fora a questão financeira, é fácil ir pra lá. É uma coisa que não estava nos meus planos, mas quando ele [o namorado] me convidou eu pensei ‘ah, então tá, eu vou’”. Ao recapitular a experiência, ela não tem dúvidas. “Realizei um sonho que eu não sabia que tinha e agora eu tenho o sonho de voltar pra lá”.

EXPO EDUCAÇÃO AUSTRÁLIA E NOVA ZELÂNDIA

A Marília esteve presente na Expo Educação Austrália e Nova Zelândia e compartilhou suas experiências com outras pessoas que têm vontade de estudar fora. Organizada pela LAE Educação Internacional, consultoria especializada em intercâmbio, a Expo tem como objetivo aproximar os estudantes das universidades da Oceania. Em 2017, ela chegou a sua segunda edição passando por Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte.

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